Jackson Dias 68 Denunciar post Postado Abril 6, 2010 Olá comunidade iMasters, Segue abaixo a entrevista completa com Gabriel Torres. http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/seta.gif tópico de abertura Entrevistadores: Edvan, Laurentino Mello, JonJon CS e Traks Coordenação: LunG_ShiH Participação de usuários no fórum: Fabyo, Ðiogo, Pantoja, Armando Leitão e Decinho Game. Entrevista: iMasters: Gabriel, em outras entrevistas você afirmou que para escrever se inspirou em grandes "mestres" como: Philip Kotler, Seth Godin e o grande Thomas Pabst na área técnica, hoje você consegue visualizar no Brasil grandes nomes que possa se espelhar? Gabriel Torres: Bem, esses nomes que você citam estão certamente desatualizados, pois eram nomes que eu estava lendo há mais de 10 anos atrás... (risos) Na medida em que o tempo passa e leio mais, encontro novas fontes de inspiração. Alguns autores brasileiros que eu admiro o estilo de escrita atualmente são Diogo Mainardi, Stephen Kanitz e Gustavo Cerbasi. Aliás, o macete para escrever bem é ler bastante, mas parece que hoje em dia as pessoas não lêem mais... iMasters: De uma forma muito modesta você disse que existem profissionais que inclusive sabem muito mais do que você no Brasil, mas poucos se aventuram em transmitir o conhecimento aos outros – diferentemente de você que consegue fazer isso muito bem. Mas a gente vem observando que esse conceito está mudando graças ao espírito voluntários de muitos profissionais... Você acredita que essa troca de informação é importante não só para a evolução do homem, mais em toda faceta da vida? Gabriel Torres:Concordo 100% com o que você diz. Uma coisa que eu fico “p. da vida”na Internet é com os “espíritos de porco” que em vez de compartilharem o que sabem só sabem criticar os outros... iMasters: Conforme está relatado no site Clube do Hardware, você é natural do RJ, mas atualmente reside nos EUA. Por que "abandonou" (no bom sentido, claro!) o mercado brasileiro e como se define diante do mercado estrangeiro? Gabriel Torres: Bem, me mudar para os EUA e ter um site norte-americano sobre informática era um projeto antigo meu. Em 1999 (ou seja, 11 anos atrás) eu criei a versão em inglês do Clube do Hardware, chamada Hardware Secrets. No meio do caminho vi que era muito difícil tocar um site em inglês estando no Brasil. Em 2004 eu vendi o Hardware Secrets a um grupo norte-americano de investidores com a promessa que eu continuaria como editor-chefe e que eles iriam providenciar a minha imigração para os EUA. Em 2007 a papelada finalmente ficou pronta e eu me mudei. O importante é que essa mudança me permitiu investir ainda mais no Clube do Hardware, pois passei a ter acesso a equipamentos que não existem no Brasil, ou melhor dizendo, seriam um absurdo de caros por conta dos custos de importação (fora toda a burocracia para a importação). Por exemplo, montamos um laboratório completo para testes de fontes e temos testado tudo quanto é fonte de marca “brasileira” por aqui, e descobrimos que a maioria não presta e apresenta risco de uso. Fora, é claro, um contato mais frequente e pessoal com os fabricantes de hardware, o que certamente ajuda ambos os sites. Portanto, longe de ter “abandonado” o mercado brasileiro, a mudança me possibilitou fazer ainda mais pelo mercado brasileiro. Só para você ter uma idéia da proporção da coisa, desde que começamos a testar fontes de alimentação com os equipamentos que temos já tiramos duas empresas de fontes vagabundas do mercado, pois elas não suportaram a queda de vendas gerada pelos testes. Quanto à segunda parte de sua pergunta, é diferente morar nos EUA, pois no Brasil eu sou bastante conhecido e não há muita “concorrência” por assim dizer, mas nos EUA eu sou apenas mais um e há centenas de publicações sobre informática, então eu tenho que me mexer bastante para conseguir a atenção dos fabricantes. iMasters: Hoje você é considerado um dos maiores especialistas brasileiros nas áreas de hardware e redes. Recomendas algo àqueles que almejam chegar ao teu nível? Gabriel Torres: Aprenda inglês... iMasters: É natural termos dúvidas e perguntar algumas coisas que ás vezes nós deixam um ponto de interrogação marcante por muito tempo, ou seja, você não esquece tão cedo. Qual foi a pergunta mais difícil que já lhe fizeram na área de Hardware - Redes? Gabriel Torres: Aconteceu agorinha mesmo. Uma jornalista me ligou pedindo ajuda pois ela estava fazendo uma matéria sobre a Receita Federal e queria saber o quanto em poder de processamento a configuração de servidores da Receita equivaleria em termos de computadores “normais”. Praticamente impossível de responder, pois além de ser uma comparação de bananas com maçãs, a Receita não divulga as configurações exatas de seus servidores, por motivos de segurança, fora ter mainframe no meio, que funciona de maneira completamente diferente. iMasters: Gostaria de saber como você começou nessa área, hoje muita gente começa na área de informática tendo como referência seus livros, você teve dificuldades no começo já que não tinha muitos livros na época, nem a força do Google para pesquisar? Gabriel Torres: Com certeza. Você mesmo disse que hoje há mais gente ajudando, publicando artigos e participando de fóruns, portanto iniciar hoje é proporcionalmente mais fácil – mas também há o problema de haver excesso de informação e maior concorrência justamente porque todo mundo acha que pode trabalhar com informática. Mas na época em que eu comecei as informações eram esparsas. Com isso, iniciei um hábito que cultivo até hoje: ler a maior quantidade possível de livros. Quando comecei havia poucas mas excelentes revistas (Micro Sistemas, por exemplo) e raríssimos autores nacionais (Laércio Vasconcelos, por exemplo). Eu tinha que encomendar livros dos EUA em uma livraria especializada, e os livros além de demorarem três meses para chegarem, você tinha que saber exatamente o título e o autor, então dependia muito de outros amigos e colegas que estavam no mesmo caminho e com a mesma linha de pensamento do compartilhamento para pegar recomendações de livros. E tinha muito mais tentativa-e-erro e aprendizado “na raça”. iMasters: Acompanho o CDH praticamente ao mesmo tempo em que acompanho o iMasters, desde 2003. O CDH em começo de projeto tinha, em média, uns 85% a 90% de foco para a área da informática. Hoje, vejo que a 'informática' ainda é o foco principal do CDH, porém, o espaço que estão dando para outros 'assuntos' é muito importante, tornando o fórum bem diversificado. Encontro informações sobre telefonia fixa/móvel, televisores, câmeras digitais, equipamento de som... Hoje, posso dizer que o CDH é praticamente 50% informática e 50% 'diversos'. Faz parte do projeto ter essa idéia de 'expandir' o CDH tornando-o mais atrativo ou isso acontece naturalmente pela necessidade das pessoas? Sei que para ambas as situações o CDH só tem a ganhar, mas o que esperar do CDH daqui pra frente? Há projetos para um 'futuro próximo'? Gabriel Torres: É importante separar o site Clube do Hardware de seu fórum. O fórum é formado por usuários que querem participar, trocar informações técnicas e, pela própria natureza de um fórum, é uma entidade dinâmica. Novas categorias são criadas sempre em que vemos volume de mensagens suficiente sobre um determinado assunto, desde que obviamente estejam alinhadas com as nossas diretrizes básicas (por exemplo, não vamos criar fóruns sobre pirataria e sobre como contrabandear equipamentos, por mais mensagens sobre esses assuntos que usuários postem, por exemplo – a propósito, mensagens sobre estes temas são imediatamente apagadas). Desta forma podemos dizer que o fórum é mais flexível e mudamos de acordo com o retorno que temos dos usuários. Já o site em si, onde publicamos nossos tutoriais, artigos e testes, segue uma linha um pouco mais rígida. Estamos aos poucos expandindo para outras áreas tais como periféricos para games, produtos eletrônicos e celulares, mas não queremos desviar nossa atenção do nosso feijão-com-arroz, que é o hardware de PCs. Também é válido lembrar que esta mudança vem a partir de retorno de usuários, inclusive pelo mesmo motivo praticamente paramos de abordar sistemas operacionais e programas, pois acreditamos que esses assuntos acabam nos desviando do nosso foco principal, além de já existirem outros sites nacionais que cobrem tais assuntos de maneira muito melhor. Sempre procuramos sermos únicos e não mais um site fazendo exatamente o que outros estão fazendo. Acho que essa sempre será nossa diretriz básica. iMasters: Muitas pessoas pensam assim: como aquele cara tem "sorte na vida" ou então que, de uma hora para outra ele passou a conhecer tudo que sabe hoje em dia! Quem conhece um pouco de sua história sabe que não é bem assim, você começou muito pequeno a se interessar por eletrônica e, por consequência, hardware. É verdade que aos nove anos de idade sua primeira revista de Be-a-bá foi uma de Eletrônica? Enquanto outros garotos da sua idade pediam de Natal ou Dia das Crianças bicicleta, vídeo game ou carrinho de controle remoto, o que você pedia aos seus pais? Fora as revistas de eletrônica, é claro! Gabriel Torres: Rapaz. Deixa eu pegar carona aqui nesse assunto “sorte na vida” por que vale à pena desenvolvê-lo. É engraçado você dizer isso, pois eu não acho que eu tenho sorte. Quando eu paro para pensar que a editora que publicou a maior parte dos meus livros nunca me pagou corretamente (ou seja, me roubou), eu acho que eu tenho é um baita de um azar! Mas falando sério, as coisas que eu faço em geral seguem um caminho, e não é da noite para o dia. Só para eu reforçar o exemplo que eu já dei anteriormente, o meu site em inglês eu iniciei em 1999 e a papelada da imigração demorou três anos para ficar pronta. O problema é que a maioria das pessoas só vê o resultado final e acha que foi algo rápido ou fácil. Só para te dar outro exemplo, mesmo morando nos EUA e com o Hardware Secrets, o Clube do Hardware ainda é a minha principal fonte de renda. Eu já escutei de várias pessoas, inclusive de alguns “amigos”, que eles queriam ser como eu, ter um site, trabalhar pouco e ganhar muito dinheiro. Mas o que as pessoas não vêem que (1) os primeiros cinco anos do Clube do Hardware foram de prejuízo e eu continuei insistindo porque acreditava no projeto; (2) eu trabalho em média 10 horas por dia atualmente e nos cinco primeiros anos, justamente naqueles em que eu pagava para trabalhar, eu trabalhava de 12 a 14 horas por dia; (3) quase nunca tiro férias. Ou seja, falar é fácil, mas são raras as pessoas que realmente encaram este tipo de compromisso, sacrifício e desafio. Ufa! Respondendo o que você perguntou. Sim, é verdade. A primeira revista que pedi ao meu pai (fora revistinhas em quadrinhos) foi uma Be-a-Bá da Eletrônica. Em geral eu pedia kits de ferramenta e um “crédito” de sei lá quantos cruzeiros para ir à loja de componentes eletrônicos para comprar pecinhas (transistores, resistores, capacitores, etc). iMasters: Alguns anos atrás você fez um site que fala exclusivamente sobre marketing e negócios on-line, o Terremoto (http://www.terremoto.com.br), que traz assuntos como entrevistas com empreendedores de sucesso, dicas de sucesso, dicas de fracassos etc... Você tem algum novo projeto pessoal para a Internet na atualidade? Além dos livros, você já pensou na possibilidade de publicar ou vender vídeo aulas sobre hardware? Gabriel Torres: Vamos por partes... O Terremoto eu criei na época da bolha da Internet, quando estava bastante empolgado e ele seria uma espécie de suporte para o livro “Alavancando Negócios na Internet” que eu escrevi em parceria com um amigo. Mas aí a bolha estourou e ninguém estava mais interessado no assunto. Com isso em 2003 eu reformulei o site e comecei a usá-lo para publicar resenhas de livros sobre educação financeira que eu havia lido, e ficou sendo só isso, um banco de dados de livros. Ano passado eu resolvi mudar este site mais uma vez, fazendo que ele passasse a ser um fórum para a discussão do tema, além de continuar publicando as minhas resenhas de livros. Tem dado certo, e este é o meu mais novo projeto. Na realidade é um projeto mais para ajudar outras pessoas do que um “negócio” propriamente dito, e é uma das maneiras que eu encontrei para “dar de volta” à comunidade. Quanto à vídeo-aulas, fazer isso com os índices de pirataria no Brasil é suicídio. No dia seguinte vai ter camelô vendendo os DVDs por “cinco real”. Infelizmente o pessoal que compra material pirata não entende que se todo mundo comprar produto pirata artistas e autores não vão mais produzir material novo. iMasters: O que você acha dessa briga entre INTEL e AMD? No ramo de processadores qual é a melhor em sua opinião? Se é que existe qual o processador da AMD que equivale ao Core i7 da INTEL na atualidade? Gabriel Torres: Eu prefiro não te dar uma opinião fixa pois essa questão de empresa A vs. empresa B muda de tempos em tempos. É mais ou menos como carro: qual empresa é melhor, GM, Ford ou Volks? A AMD não tem nenhum processador que concorre com o Core i7 da Intel. Você tem que entender que a Intel tem muito mais dinheiro do que a AMD e investe muito mais pesadamente para lançar produtos antes da AMD, e com isso a AMD precisa sempre de tempo para acompanhar. Pelo menos por enquanto. iMasters: Qual o principal motivo das configurações do setup ser armazenadas no CMOS, ao invés de serem diretamente gravadas no chip de memória Flash (não volátil) que armazena o BIOS? Gabriel Torres: Porque essas configurações precisam ser armazenadas em uma memória do tipo RAM e a memória FlashROM é do tipo ROM. É importante notar que o chip que armazena o BIOS é do tipo FlashROM, que é da mesma família das EEPROMs, não sendo, apesar do nome, uma memória “flash” do tipo que é usado em “pen drives”, cartões de memória, etc. iMasters: Me corrija se estiver errado, para zerar o CMOS você precisa apenas cortar o fornecimento de energia para ele. Existem duas formas de fazer isso: A primeira é (com o micro desligado) remover a bateria da placa-mãe e usar uma moeda para fechar um curto entre os dois contatos da bateria durante 15 segundos. Isso garante que qualquer carga remanescente seja eliminada e o CMOS seja realmente apagado. A segunda é usar o jumper "Clear CMOS", que fica sempre posicionado próximo à bateria. Ele possui duas posições possíveis, uma para uso normal e outra para apagar o CMOS ("discharge" ou "clear CMOS"). Basta mudá-lo de posição durante 15 segundos e depois recolocá-lo na posição original. O que você poderia comentar sobre o comando debug, para MS-DOS. Por ele é possível executar códigos em linguagem Assembly (uma linguagem que, grosso modo, trabalha diretamente com o hardware). É perigoso usar esses códigos DEBUG para apagar as configurações de BIOS? Gabriel Torres: Todas as opções funcionam. O que você faz usando o comando debug do DOS é corromper o conteúdo da memória CMOS e assim quando você reinicia o micro a placa-mãe percebe que o conteúdo da memória de configuração está corrompido (a placa sabe disso porque o código de “checksum” passa a ficar inválido), obrigando-o a entrar no setup e corrigir o problema. iMasters: Mesmo lendo o esquema (dos LEDS) no manual da placa-mãe vejo que muita gente tem dificuldade para ligar os LEDs do gabinete na placa mãe. Você teria alguma dica bem fácil para as pessoas nesse sentido? Gabriel Torres: Não tem jeito, tem que ver o esquema do manual... iMasters: Gabriel, qual o hardware mais importante já criado desde seu ingresso no mundo da tecnologia até os dias atuais? Gabriel Torres: O cérebro humano. iMasters: Você acredita que a tecnologia CUDA usada para processar através das GPUs de placas de vídeo NVIDIA que tem um desempenho de até 500 vezes mais rápidas que o uso de processadores normais será o futuro de processamento? Gabriel Torres: Primeiro é importante clarificar que tecnicamente o nome dessa tecnologia não é CUDA mas sim GPGPU ou General Purpose Graphics Processing Unit, ou seja, processador gráfico para ser usado para processamento de uso geral. O CUDA é o nome do compilador da NVIDIA que permite converter programas escritos em linguagem C para rodarem em processadores gráficos da NVIDIA. Respondendo à sua pergunta: sim e não. O processador gráfico foi criado para processar dados de imagens tridimensionais. Com isso, há várias tarefas que ele não sabe executar, ou melhor dizendo, no processo de compilação há algumas tarefas que acabam tendo de ser convertidas em muito mais instruções do que seriam necessárias em um processador convencional, fazendo que o processador gráfico seja mais lento para executar tais tarefas. Desta forma, o mais provável é que o vencedor seja um sistema híbrido: jogando para a placa de vídeo as instruções que são executadas mais rapidamente nela e jogando para o processador da máquina as instruções que são executadas mais rapidamente neste. iMasters: Qual tecnologia de processamento irá dominar o mercado nos próximos anos? Você acha que será uma seqüência do tipo: Core 2 Duo, Core 2 Quad, Core 2 Octa depois 16 núcleos, 32 e assim por diante? Gabriel Torres: Eu tenho como política não dar “chutes” deste tipo porque, sinceramente, isso não importa: qualquer caminho que os fabricantes decidam seguir uma coisa é certa. Os produtos serão mais rápidos e mais baratos e deixarão qualquer configuração topo de linha e que te custou US$ 5.000 hoje completamente obsoleta. iMasters: O que precisamos fazer para ser tão bom quanto você em hardware? Só lendo seus livros poderemos chegar a um bom nível de conhecimento ou precisamos fazer cursos técnicos para ajudar? Gabriel Torres: Aprender inglês é o passo mais importante. A maioria dos livros e sites está em inglês. E não venha com essa de dizer que você pode usar tradutor on-line... Um curso técnico em eletrônica ajuda muito. E ler, tem que ler muito, o máximo que você puder. iMasters: Gabriel, quais seus planos para este novo século, vem aí uma nova "bíblia", ou a área de hardware está tendendo para a rubrica "standard"? Gabriel Torres: Aos poucos eu vou reeditar meus livros. Eu já republiquei a minha “bíblia” de redes e acabei de entregar à editora o meu novo livro de montagem de micros, que deverá ser publicado ainda neste semestre. Penso sim em publicar uma nova bíblia, o negócio é arrumar tempo... BATE BOLA: iMasters: Gabriel Torres:, resuma em uma palavra ou um único pensamento, os itens abaixo: Gabriel Torres – Meio metido, né não? Hardware – Aquilo que você chuta quando o computador trava Windows – É que nem sogra, tem que saber lidar Linux – Perfeito para servidores web Internet – Vício Clube do Hardware – Vício maior ainda Vida – Tem que aproveitar Mulher bonita – Minha esposa Hobby – Aquário Esporte – Taekwondo Time de Futebol – Brasil na Copa Morte – Ui! Presente – Na luta Futuro – Descansar um pouco... Lugar perfeito – Onde quer que eu esteja Amigo – Aquele que está sempre ao seu lado e não se importa se você é rico ou pobre, com o que você tem ou não tem Sucesso – Com verdadeiro amigos ao redor e não passando nenhuma necessidade básica. E grana no banco, é claro. Perfeição – Não existe. Sempre há algo em que podemos melhorar. Arte – Arquitetura contemporânea Detestável – Desonestidade Cor – Prata Inesquecível – Alguns momentos que passei com meus amigos Desejável – Franqueza Frase – “Se você acha educação caro, experimente a ignorância” LunG_ShiH Gabriel Torres:, agradeço a oportunidade que a nós foi dada para a realização da entrevista. Senhores, Estarei passando o link da entrevista para o Gabriel, Não combinei com ele possiveis novas perguntas, mas se alguem quiser arriscar mais alguma pergunta fique à vontade, acredito que ele responderá (não afirmo) Valendo lembrar: - Perguntas ofensivas e/ou repetidas serão excluídas sem aviso prévio (e de acordo com a ofensa o membro poderá ser punido ao critério da administração). Atenciosamente, Edvan Laurentino Mello JonJon CS Traks LunG_ShiH Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Mário Monteiro 179 Denunciar post Postado Abril 6, 2010 Gabriel Torres é muito fera Como não poderia ser diferente a entrevista ficou riquíssima Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Armando Leitão 0 Denunciar post Postado Abril 7, 2010 Parabéns aos envolvidos pois a entrevista ficou ótima : Joia: Gabriel, apesar de não concordar com muitas coisas que dizem ao seu respeito, acho que você deveria vir aqui e comentar as coisas absurdas que falam sobre você: Exemplo: Veja isso aqui: Alguns LINKs 1º http://forum.hardmob.com.br/showpost.php?p=6102502&postcount=4 2º http://forum.hardmob.com.br/showthread.php?t=46863 3º http://forum.hardmob.com.br/showthread.php?t=63436 Como você serve de exemplo para muitas pessoas, então acho que você deveria vir aqui e comentar sobre isso, pois assim como eu muitos se espelham em você.. Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Elektra 102 Denunciar post Postado Abril 7, 2010 De minha parte, sinceros agradecimentos. Ao mestre Gabriel Torres, por compartilhar os conhecimentos arduamente adquiridos e acolher o convite para a entrevista. Jóia rara para os brasileiros. Ao fórum Imasters, pela iniciativa. Sem dúvida, um ambiente que merece respeito. Ao amigo Edvan, pela gentileza em informar pessoalmente sobre esta oportunidade imperdível, além de auxiliar em minhas humílimas necessidades, com conhecimento e simplicidade. Muito obrigada, foi realmente excelente. http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/clap.gif Espero que muitas outras entrevistas como esta nos enriqueçam o caminho. Abraços a todos. Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
João Prado 64 Denunciar post Postado Abril 7, 2010 Muito show a entrevista pessoal Parabéns a equipe iMasters e ao Gabriel Torres que é com certeza um grande profissional :) Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Traks 6 Denunciar post Postado Abril 8, 2010 O Gabriel é fera no assunto mesmo. Sempre frenquentei o portal CDH, desde +/- 2003. Todas as materias, artigos e noticias são escritos de uma forma muito facil de se entender. Esclare todas as minhas duvidas. Parabéns pelo seu trabalho! Continue sempre compartilhando o seu conhecimentos. Obrigado por conceder a entrvista para o iMasters! Sobre o tópico do Armando Leitão o Gabriel deixou bem claro na entrevista: Uma coisa que eu fico “p. da vida”na Internet é com os “espíritos de porco” que em vez de compartilharem o que sabem só sabem criticar os outros... Além dessa frase ser perfeita e se encaixar direitinho para essas pessoas: “Se você acha educação caro, experimente a ignorância” Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Pantoja 5 Denunciar post Postado Abril 11, 2010 Excelente a entrevista mesmo. Pena em algumas perguntas o Mestre Gabriel Torres ter sido muito evasivo, gostaria que ele tivesse respondido com mais argumentos. Como por exemplo nessa questão iMasters: Gabriel, qual o hardware mais importante já criado desde seu ingresso no mundo da tecnologia até os dias atuais? Gabriel Torres: O cérebro humano. Achei que ele poderia ter citado um hardware importante algum que o tenha marcado muito... sei lá até mesmo uma pen drive nao sei... Abração Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Mário Monteiro 179 Denunciar post Postado Abril 24, 2010 Os dois últimos posts de mkiller e Servergta respectivamente foram excluídos O primeiro por atacar o nosso entrevistado de forma acintosa, o segundo que apenas defendeu GT foi excluído apenas pelo fato de que ficaria sem sentido sem o post anterior O fórum não permite nenhum tipo de ataque pessoal, desta vez ficará como aviso mas as próximas ocorrências deverão ser punidas Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites
Bruno Augusto 417 Denunciar post Postado Abril 24, 2010 Entrevista muito interessante, apesar de ser a primeira que consigo parar para ler com atenção. o.O Mas tem alguns pontos que não me agradaram. <_< Um deles é que algumas perguntas ficaram mal construídas. Eu sei que são perguntas feitas pelos usuários e que são encaixadas na entrevista "as is", mas na minha opinião, uma filtragem, recolocação ou até mesmo reescrita de algumas frases para que formassem um sentido melhor do que atual poderia ser considerada. Outro ponto foram algumas das respostas dadas pelo Gabriel. Peço desculpas pela sinceridade, mas achei que em algumas respostas, houve um certo tipo de, na falta de palavra melhor, descaso para com a pergunta. Outras vezes, justamente pelo fato de as perguntas não terem sido reestruturadas (principalmente nos casos em que uma pergunta continha duas ou três questões, relacionadas ou não) passou-se, acredito que não intencionalmente, aquela sensação chata que se tem quando nos colocamos frente à alguém visível e conhecidamente superior em termos de conhecimentos. O que remeteria também a possibilidade de as respostas serem reestruturadas também. ´Não sei como são feitas as perguntas para os entrevistados, mas levando em conta um certo dinamismo, tais pontos podem passar desapercebidos, quase inconscientemente e passíveis de interpretações dúbias por partede quem analisa analiticamente o conteúdo. Pena que a entrevista foi encerrada, pois gostaria de saber o que o Gabriel acha dos, novos ou não, talentos aqui mesmo do iMasters, de cabeça, o Edvan, o RafaelSonyLock e o Trakinas/Traks, ordenados alfabeticamente e não preferencialmente. :P Compartilhar este post Link para o post Compartilhar em outros sites