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São Paulo - Relator do processo, conselheiro Paulo Furkin, também argumentou que a fusão não foi uma iniciativa comercial problemática.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da Justiça, aprovou na quarta-feira (07/11) a fusão, ocorrida há um ano, das empresas Submarino e Americanas.com.
A fusão das duas maiores lojas de comércio eletrônico do Brasil foi anunciada em 23 de novembro do ano passado. Como resultado foi criada a B2W Companhia Global de Varejo, atuando nas áreas de e-commerce, televendas e quiosques. Nos primeiros nove meses de 2006, a nova empresa nascia com faturamento bruto de 1,6 bilhão de reais.
A Lojas Americanas detém 53,25% do capital da nova companhia e os acionistas do Submarino contam com 46,75% do capital da B2W.
O processo contou com o apoio das secretarias de Direito Econômico (SDE) e de Acompanhamento Econômico (Seae), dos ministérios da Justiça e da Fazenda, respectivamente. Ambas entenderam que a fusão poderia ser referendada, uma vez que não afetaria os direitos de empresas concorrentes.
Na avaliação do Cade, o mercado de vendas online ainda está em expansão e poderá acomodar muitas outras empresas que trabalham nas vendas de varejo, criando a possibilidade de concorrência.
O relator do processo, conselheiro Paulo Furkin, também argumentou que a fusão não foi uma iniciativa comercial problemática, porque a concorrência impede que a nova empresa pratique preços abusivos.
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