Usamos cookies para medir audiência e melhorar sua experiência. Você pode aceitar ou recusar a qualquer momento. Veja sobre o iMasters.
Ataques de hackers a celulares dão início a corrida do ouro
/applications/core/interface/imageproxy/imageproxy.php?img=http://t.i.uol.com.br/tecnologia/2011/04/25/homem-na-sombra-em-frente-ao-computador-cibercrime-hacker-cibercriminoso-1303754437418_615x300.jpg&key=68584278ad51b5cb6e6bd200b89321919dd215e0a273561a6ae98ffa080a86a7" alt="homem-na-sombra-em-frente-ao-computador-cibercrime-hacker-cibercriminoso-1303754437418_615x300.jpg">
Smartphones são o mais novo alvo de hackers; empresas de segurança produzem soluções
Por Leila Abboud e Marie Mawad
PARIS (Reuters) - Hackers vêm realizando cada vez mais ataques contra smartphones, o que está dando início a uma corrida entre gigantes de software, empresas iniciantes e operadoras de telecomunicações, todas dispostas a faturar com novas formas de ajudar seus clientes a se proteger.
Ao mesmo tempo em que se firma em torno de sólidos sistemas operacionais como o do iPhone, da Apple, e o Android, do Google, o mercado de celulares inteligentes se torna um alvo mais atraente para hackers que buscam causar o máximo de danos com cada ataque.
O movimento, contudo, vem gerando oportunidades de negócios para todo o setor, de produtores tradicionais de antivírus como a McAfee a operadoras de telefonia móvel como a France Telecom e fabricantes de celulares como a Nokia.
O grupo de pesquisa de mercado Infonetics prevê que as vendas de software de segurança para celulares crescerão em 50 por cento ao ano até 2014, somando 2 bilhões de dólares.
"O mercado de segurança para celulares no futuro será maior que o de segurança de computadores," disse Neil Rimer, co-fundador do fundo Index Ventures, de Genebra, durante o Reuters Global Technology Summit. "É evidente que as pessoas pagarão para proteger seus aparelhos, e o mercado não será controlado por um grande líder".
O fundo de Rimer investiu na Lookout Mobile Security, criada três anos atrás e que já conquistou mais de 2 milhões de usuários para o software de segurança que vende no Google Android Market e por meio de parcerias com operadoras como a Verizon.
Os hackers atacam celulares de inúmeras maneiras. Podem forçar os aparelhos a enviar centenas de mensagens de texto a serviços de pagamento, roubar informações de contas quando as pessoas acessam sites de bancos ou realizar falsos telefonemas de longa distância.
A "febre" dos aplicativos, que leva as pessoas a baixar programas para todo tipo de finalidade, também trouxe novas oportunidades para atuação dos hackers.
Fonte: UOL Tecnologia
Carregando comentários...