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Rede de TV americana é invadida por documentário sobre Wikileaks
Invasores reclamaram da qualidade do “WikiSecrets”.
Grupo publicou notícia falsa sobre rapper.
Altieres Rohr Especial para o G1
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Julian Assange em cena do documentário 'Wikisecrets' da PBS. Hackers ficaram descontentes com a produção (Foto: Reprodução)
Um grupo chamado de “Lulz Boat” invadiu páginas da rede de TV americana PBS. A rede, que não tem fins lucrativos, produziu o documentário “Wikisecrets” para o programa Frontline. Os membros do grupo Lulz Boat consideram que o documentário não era justo para com o Wikileaks e invadiram a página da emissora, publicando uma notícia falsa afirmando que o rapper Tupac Shakur, morto em 1996, ainda estaria vivo e vivendo na Nova Zelândia.
Uma porta-voz da PBS desmentiu a notícia no Twitter, afirmando que o site tinha sido hackeado. Além da notícia falsa, os invasores também roubaram credenciais de login e outras informações de bancos de dados da emissora. As informações foram postadas na internet.
O documentário “Wikisecrets” foi veiculado no dia 24 de maio e trouxe um perfil de Bradley Manning, o analista de inteligência que vazou milhares de telegramas de embaixadas norte-americanas para o Wikileaks. Julian Assange, fundador e porta-voz da organização, também foi apresentado no documentário.
O grupo Lulz Boat disse não ter nenhuma relação com o Anonymous – outro rótulo associado à ações de defesa do Wikileaks. Os invasores revelaram que uma brecha dia zero (sem correção) no software de blogs Movable Type foi usada para obter acesso aos sistemas da PBS.
E-mails, senhas e logins de cerca de 1500 repórteres e colaboradores da PBS foram obtidos sem autorização pelos atacantes.
Fonte: G1
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