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:seta: http://imasters.com.br/linguagens/hangout-sobre-frameworks-e-ferramentas-php
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...as partes que mais me interessavam foram apenas pinceladas, como por exemplo o PHPMD e irritante reclamação por redução de NPath COmplexity.
Pois é Bruno, infelizmente é impossível aprofundar em tudo. Veja, tentamos fazer as duas primeiras partes da pauta o mais profundas possível, isso resultou no não cumprimento da pauta. Dos quatro tópicos que tínhamos, apenas dois foram abordados.
Quanto mais profundo vamos, menos falamos sobre outros pontos.
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Duas coisas que eu gostaria de expor sobre os comentários finais, sobre a gama de conteúdo de alto nível disponível vs. interesse da população é que mesmo em pleno século 21 e o inglês sendo o idioma mais falado no mundo, em matéria de programação dificilmente alguém que não entende nada do assunto vai conseguir assimilar algo que não seja em seu idioma de origem.
Concordo em partes, Bruno.
Entendo a dificuldade que as pessoas têm em absorver um conteúdo em outro idioma, quando não se tem domínio sobre aquele idioma. Mas também vejo o estudo do inglês, como uma obrigação que o desenvolvedor deve ter.
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Isso é um triste fato. Sem material na Internet Brasileira, só os apaixonados por programação OU aqueles que trabalham no ramo serão realmente bons um dia.
Sem material bom em português, a proliferação dos "sobrinhos" só aumentará porque esses zés ruelas ainda estão no ensino fundamental ou trabalham com qualquer outra coisa e só porque leram uma apostila/livro de PHP se acham programadores.
A ideia dos hangouts é exatamente essa. Acabar com a carência de bom conteúdo em português para a comunidade brasileira.
Além disso, para quem está começando, é muito difícil separar um bom material, de um material não tão bom. Quando convidei o Augusto Pascutti, Alexandre Gaigalas, Ivo Nascimento, Wesley Victhor, Thiago Rigo, os convidei por serem referência no PHP no Brasil. Uma grande preocupação foi juntar vários caras que realmente conhecem PHP para fazer esse hangout. Isso facilitaria, para o cara que está começando, na tomada da decisão sobre qual conteúdo é bom.
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E o segundo é, que é também uma coisa que eu gostaria MUITO de ver nos próximos hangouts, é capacidade natural de quem ensina em fazê-lo.
Tem muita gente com so brógui de programação que tenta ensinar PHP e Padrões e tal mas usa uma linguagem confusa, deixa de detalhar pequenas coisas que fazem toda a diferença ou pior, às vezes detalham tanto uma coisa, que o cara leigo, que tá querendo deixar de ser, não entende mesmo.
Um bom exemplo seria, com o perdão da franqueza João, foi exatamente como eu me senti (e ainda sinto um pouco) nos seus tópicos sobre Orientação Objetos e Design Pattern quando expõe o Rules of Thumb do GoF.
Não compreendi...
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Mesmo que esteja traduzido e bem descritivo, ainda não é facilmente assimilável.
Acredite, alguns temas simplesmente não o são. Mesmo que tivessem sido escrito em português nativo, alguns temas são realmente mais complexos que outros.
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Mas por outro lado você acertou em cheio quando explicou a relação intrínseca entre Interfaces e Polimorfismo. Eu tinha uma grande dificuldade em entender o porquê de usar Interfaces até ler aqueles seus três tópicos.
Sim, mas você precisa compreender que existe uma "escada imaginária" no aprendizado. Interfaces, polimorfismo, encapsulação e herança fazem parte da base da orientação a objetos. É muito simples para qualquer um que esteja começando, compreender esses temas. Princípios e padrões de design já são temas mais complexos, exigem algo que vai além da capacidade do "instrutor" em passar o conteúdo. Exige experiência em desenvolvimento de quem está querendo aprender.
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Tipo, uma definição bacana que o alganet deu sobre Interfaces vazias, sobre elas serem Tipos, no hangout passado. Simplesmente perfeita. É uma coisa simples, mas que nem sempre a pessoa saca com facilidade.
Ou ainda, nesse último, você explicando o porquê de o ActiveRecord não fazer tanto sentido (um usuário não se salva, alguém salva ele). Perfeito! Matou toda e qualquer dúvida sobre o padrão.
Okay, devo concordar contigo que, algumas vezes, a explicação mais simples, é a melhor explicação. Eu tenho consciência da minha dificuldade em explicar coisas mais simples. Tem coisas que eu simplesmente não sei como explicar de forma mais "simples". Estou constantemente buscando artifícios de linguagem para isso, mas é algo realmente difícil para mim.
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Daí veio o... Ivo? No final defendendo o padrão com outra excelente, porém simples, explicação, em que ele é válido em pequenos casos, mas que ele nunca será uma Model.
Essa é, exatamente, a melhor parte de se chamar grandes caras para participar do hangout. Não quero pessoas que concordem em tudo, pelo contrário, quero pessoas que discordem, mas que tenham condições técnicas para sustentar aquilo que pensam.
Acho que estamos sendo extremamente bem sucedidos nesse ponto. Nenhum dos que estão lá, são donos da verdade. Mas a união de todos os que estão participando, causam um complemento no conteúdo, com experiências pessoais e conhecimentos técnicos, melhorando o conteúdo técnico geral do hangout.
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Bom, são meus dois cents. Eu estou evoluindo muito com os papos e espero que muita gente também.
Estou levando os feedbacks muito a sério, Bruno. Acho extremamente importante que a comunidade dê seus pontos de vista, uma vez que o conteúdo é feito para vocês. São esses comentários, como o que você acaba de fazer, e outros que outros já fizeram também, que ajudarão a melhorar o formato dos hangouts, as pautas e, principalmente, as discussões e explicações.
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Uma coisa que seria interessante para os próximos hangouts seria, se possível, travar a tela em quem estiver falando, assim não perde-se o foco por se olhar para a nova tela.
Isso é feito automaticamente pelo Google.
Como você já deve ter percebido, existe um bug sério no sistema dos hangouts, principalmente comigo, que utilizo múltiplas contas. Se você observar no último hangout, o Google confundiu tudo, a tela ficou boa parte do final travada no Paulo Fernandes.
É uma ferramenta, e como tal, passiva de erros.
;)
Aquele que você não entendeu, nem eu entendei agora. :P
Ocorreu que eu estava escrevendo e no meio do caminho mudei o rumo do parágrafo e esqueci de consertá-lo pra dar sentido. o.O
Mas a resposta do QUOTE seguinte já o explica, o fato de quem ensina tem de ter o dom de ensinar.
Eu também acho super difícil ensinar um assunto um pouco mais complexo, mas acontece.
Acabei de assistir o hangout.
Bom como sempre mas infelizmente (como sempre também) as partes que mais me interessavam foram apenas pinceladas, como por exemplo o PHPMD e irritante reclamação por redução de NPath COmplexity.
Duas coisas que eu gostaria de expor sobre os comentários finais, sobre a gama de conteúdo de alto nível disponível vs. interesse da população é que mesmo em pleno século 21 e o inglês sendo o idioma mais falado no mundo, em matéria de programação dificilmente alguém que não entende nada do assunto vai conseguir assimilar algo que não seja em seu idioma de origem.
Isso é um triste fato. Sem material na Internet Brasileira, só os apaixonados por programação OU aqueles que trabalham no ramo serão realmente bons um dia.
Sem material bom em português, a proliferação dos "sobrinhos" só aumentará porque esses zés ruelas ainda estão no ensino fundamental ou trabalham com qualquer outra coisa e só porque leram uma apostila/livro de PHP se acham programadores.
E o segundo é, que é também uma coisa que eu gostaria MUITO de ver nos próximos hangouts, é capacidade natural de quem ensina em fazê-lo.
Tem muita gente com so brógui de programação que tenta ensinar PHP e Padrões e tal mas usa uma linguagem confusa, deixa de detalhar pequenas coisas que fazem toda a diferença ou pior, às vezes detalham tanto uma coisa, que o cara leigo, que tá querendo deixar de ser, não entende mesmo.
Um bom exemplo seria, com o perdão da franqueza João, foi exatamente como eu me senti (e ainda sinto um pouco) nos seus tópicos sobre Orientação Objetos e Design Pattern quando expõe o Rules of Thumb do GoF.
Mesmo que esteja traduzido e bem descritivo, ainda não é facilmente assimilável.
Mas por outro lado você acertou em cheio quando explicou a relação intrínseca entre Interfaces e Polimorfismo. Eu tinha uma grande dificuldade em entender o porquê de usar Interfaces até ler aqueles seus três tópicos.
E os hangouts poderiam ter mais disso.
Tipo, uma definição bacana que o alganet deu sobre Interfaces vazias, sobre elas serem Tipos, no hangout passado. Simplesmente perfeita. É uma coisa simples, mas que nem sempre a pessoa saca com facilidade.
Ou ainda, nesse último, você explicando o porquê de o ActiveRecord não fazer tanto sentido (um usuário não se salva, alguém salva ele). Perfeito! Matou toda e qualquer dúvida sobre o padrão.
Daí veio o... Ivo? No final defendendo o padrão com outra excelente, porém simples, explicação, em que ele é válido em pequenos casos, mas que ele nunca será uma Model.
Bom, são meus dois cents. Eu estou evoluindo muito com os papos e espero que muita gente também.
[OFF]
Uma coisa que seria interessante para os próximos hangouts seria, se possível, travar a tela em quem estiver falando, assim não perde-se o foco por se olhar para a nova tela.
Nesse último já melhorou um pouco,mas ainda assim precisa acertar isso, nem que seja por combinar antes do início.