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Nos últimos anos, a visão do que faz um engenheiro de software forte mudou bastante. Antes, dominar as linguagens e ferramentas técnicas era suficiente para se destacar.
Hoje, a realidade exige mais do que isso. Entender o impacto das mudanças no sistema, fazer testes pequenos e rápidos, além de garantir que o rollback seja fácil e seguro, virou prioridade. Como vocês têm lidado com essa mudança na prática?
Na minha experiência, focar em testes pequenos ajuda a evitar grandes dores de cabeça na hora de corrigir bugs ou fazer rollback. A questão é: será que todo time está preparado para essa nova demanda? Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
No meu time, a gente tenta sempre reforçar que uma boa estratégia de testes rápidos e uma observabilidade afinada fazem toda diferença na operação diária. Assim, o risco de falhas graves diminui bastante, e a manutenção fica mais tranquila. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta.
Concordo com o ponto, mas é importante também pensar na documentação e na automação para garantir rollback sem dor de cabeça. Testar em ambiente controlado é ótimo, mas a operação precisa estar preparada para agir rapidamente.
Verdade, Rafa. Aqui no meu time, a gente tenta fazer testes de integração bem menores e mais focados. Acho que isso ajuda bastante na hora de identificar o problema antes que escale.
Masss, às vezes a questão não é só teste pequeno, mas também entender o impacto das mudanças no sistema. Pq se o rollback não for bem planejado, o problema pode voltar depois ou ficar escondido.
No meu cenário, o segredo é fazer rollback de forma reversível e automatizada. Assim, a gente consegue reduzir o risco de ficar preso em uma mudança que deu errado. Já passei por isso, é uma dor.