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Recentemente, muitos sites de agendamento têm atualizado suas medidas de segurança, especialmente os sistemas de CAPTCHA, o que derruba scripts automáticos feitos com Tampermonkey ou similares.
Para quem trabalha com automação, isso pesa no dia a dia, pois muita gente depende de scripts para garantir uma vaga ou até mesmo para otimizar processos internos. O problema é que uma mudança assim obriga a adaptação rápida do código, muitas vezes sem um conhecimento profundo de JavaScript.
Na prática, o que normalmente acontece é uma atualização na forma como o CAPTCHA é entregue ao script, que pode passar a exigir reconhecimento de imagens, manipulação de tokens ou até integração com serviços de OCR. Isso tudo aumenta a complexidade e o custo de manutenção. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
Minha dica é sempre tentar entender o fluxo de validação, identificar onde o script falha e pensar em soluções alternativas, como usar APIs de reconhecimento ou até mesmo repensar o fluxo de automação para evitar dependência de elementos que mudam com frequência. Assim, o impacto na experiência do usuário e na operação fica menor. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta.
Quem já passou por isso e tem boas práticas de adaptação rápida em automações assim?
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