Usamos cookies para medir audiência e melhorar sua experiência. Você pode aceitar ou recusar a qualquer momento. Veja sobre o iMasters.

Quando se trabalha com Puppeteer em Node.js, é importante entender a diferença entre puppeteer e puppeteer-core. Muitos desenvolvedores acabam usando o pacote errado ou não configuram o caminho do executável corretamente, levando a erros como "executablePath" ou "channel" não especificados.
No meu time, já passei por isso ao tentar automatizar testes ou scraping, e o que ajuda bastante é sempre verificar se o pacote que estamos usando realmente vem com o navegador embutido ou se precisamos apontar explicitamente o caminho do Chrome ou Chromium.
No exemplo do StackOverflow, o erro acontece porque o puppeteer-core não encontra o navegador padrão, o que faz a gente pensar na necessidade de configurar o caminho do executável na hora do launch. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta.
A dica prática: sempre use o pacote completo se não tiver um motivo específico para usar o puppeteer-core, ou então, configure o executablePath corretamente. Assim evita retrabalho e frustração na hora de rodar seus scripts. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
Concordo, Daniel. Eu sempre verifico se o pacote que estou usando tem o navegador embutido ou se preciso apontar o executablePath. Acho que muita gente perde tempo exatamente nisso.
No meu time, o maior problema é justamente esse: esquecer de passar o caminho do Chrome na hora do launch. Uma rotina que uso é criar uma função que detecta o Chrome padrão do sistema e já passa na configuração. Facilita demais.
Exato, Igor.
Pra quem mexe bastante com automações, uma dica é usar variáveis de ambiente pra definir o caminho do navegador. Assim, o script fica mais flexível pra diferentes ambientes de desenvolvimento ou CI.