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Recentemente, testei a nova versão do Next.js 16 e fiquei preocupado com a facilidade de mudanças que não geram erros aparentes. A maioria dos testes do CI passou, sem avisos ou erros de TS, mas na hora de rodar na produção, várias funcionalidades quebraram.
O que me chamou atenção é como pequenas mudanças podem passar batido, especialmente quando o build não dá nenhuma indicação de problema. Isso acaba criando uma sensação de segurança falsa, e na prática, o impacto só aparece depois que o sistema está em produção. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
Na minha visão, a melhor estratégia pra evitar isso é criar testes pequenos e específicos, focados em cada componente ou funcionalidade, antes de fazer grandes atualizações. Assim, a gente consegue detectar alterações que parecem inofensivas na fase de testes, mas causam dores na hora de colocar em produção. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte.
Alguém já passou por um problema parecido com o Next.js ou outro framework que atualizou silenciosamente funcionalidades? Como vocês lidam com esses riscos de mudanças que não geram erro, mas impactam o funcionamento do sistema? O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
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