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Muita gente que tenta usar o pm2 para gerenciar servidores Node acaba enfrentando dificuldades na hora de carregar variáveis de ambiente usando o arquivo .env.
O problema mais comum é o erro: "Cannot find module 'dotenv/config'" mesmo após configurar tudo certinho. No meu time, já passei por isso várias vezes, principalmente quando o .env fica em uma pasta diferente do servidor.
A solução, na prática,, muitas vezes, é garantir que a variável de ambiente NODE_ENV esteja configurada corretamente e que o pm2 esteja apontando para o arquivo de configuração cerot. Um ponto importante é verificar se o pm2 está carregando o arquivo ecosystem.config.js com o comando correto.
Outra dica é usar o plugin do pm2 chamado pm2-dotenv, que ajuda a integrar melhor o carregamento de variáveis. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
No seu caso, o que costuma ajudar é inserir na configuração do seu ecosystem.config.js uma linha que exporta as variáveis de ambiente, assim: Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
module.exports = {
// ...
env: {
NODE_ENV: 'production',
// outras variáveis
}
}
Assim, evita o erro de módulo e garante que suas variáveis fiquem acessíveis.
O que vocês já tentaram até agora para resolver esse tipo de problema? Acha que usar o pm2-dotenv ajudaria na sua situação? Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte.
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