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Tem hora que uma mudança técnica não parece tão grande assim.
Aí ela entra no fluxo real de um time e muda a conversa inteira.
No caso de docker, o ponto não é só se a ideia é boa. A pergunta melhor é outra: o que fica mais difícil de manter quando todo mundo começa a usar isso como atalho?
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A parte sedutora é sempre a mesma: mais velocidade, menos atrito, uma sensação de que o time finalmente saiu do lugar.
Só que velocidade sem critério costuma cobrar juros.
Às vezes aparece no review. Às vezes no suporte. Às vezes seis meses depois, quando ninguém lembra por que aquela decisão foi tomada.
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Eu não começaria perguntando se a ferramenta é boa.
Perguntaria onde ela quebra.
Quem revisa? Quem opera? O que acontece quando o resultado parece certo, mas está só bem escrito? E quanto tempo o time leva para voltar atrás se perceber que comprou uma complexidade nova?
Essa é a parte menos bonita da discussão. E provavelmente a mais útil.
Mais do que novidade, vale observar o que deixa uma ideia facil de testar, citar, explicar e manter quando ela sai da apresentacao e entra na rotina.
Alguém já viu uma decisão parecer pequena no começo e virar padrão sem ninguém perceber?
hum, no meu time isso resolveu lindamente só quando ficou pequeno o bastante pra alguém manter sem drama.
No meu time eu tentaria achar onde limite/cache entra no fluxo real. Sem esse recorte, fica fácil vender ganho e esquecer manutenção.
Já passei por algo parecido. No papel deploy parecia simples. na prática pesou em risco em produção.
Alguém já viu isso rodando com usuário real e suporte em cima
Quem cuida de risco em produção quando esse deploy sair da fase de empolgação?
Se o time tivesse que medir uma coisa aqui, seria limite/cache ou risco em produção?