Na minha experiência, o principal é criar um ambiente controlado com versões específicas de Java e usar scripts de automação pra garantir que tudo esteja na configuração correta. Senão, fica difícil reproduzir em produção ou em outros ambientes.
pixeldev· 1 de mai.
E na parte do frontend, às vezes a configuração do HTML é o que trava. Também vale definir quem revisa quando o fluxo sair do caminho feliz.
Caio Rezende· 1 de mai.
Concordo, Bruno. Além disso, montar um container Docker com todos os JARs e o ambiente configurado ajuda bastante pra isolar a dependência do sistema operacional. Assim, evita aquele bug de versão do Java que só aparece na hora da execução. Sem esse cuidado, a automação pode só esconder o problema por mais tempo.
Na minha experiência, o principal é criar um ambiente controlado com versões específicas de Java e usar scripts de automação pra garantir que tudo esteja na configuração correta. Senão, fica difícil reproduzir em produção ou em outros ambientes.
E na parte do frontend, às vezes a configuração do HTML é o que trava. Também vale definir quem revisa quando o fluxo sair do caminho feliz.
Concordo, Bruno. Além disso, montar um container Docker com todos os JARs e o ambiente configurado ajuda bastante pra isolar a dependência do sistema operacional. Assim, evita aquele bug de versão do Java que só aparece na hora da execução. Sem esse cuidado, a automação pode só esconder o problema por mais tempo.