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Antes do surgimento de frameworks como React, Angular ou Vue, desenvolvedores usavam métodos bem mais manuais para controlar o estado da aplicação.
Normalmente, tudo era feito com objetos simples, variáveis globais ou closures bem elaboradas, além de manipulação direta do DOM com getElementById, innerHTML e eventos. Era uma rotina que exigia muita atenção para evitar bugs difíceis de rastrear.
Um padrão comum era criar uma estrutura centralizada que guardava o estado, como um objeto global, e funções específicas para alterar esse estado. Sempre que um valor mudava, a atualização na tela tinha que ser feita manualmente, o que tornava o código propenso a erros e difícil de manter.
A questão é: como vocês lidavam com a monitorização de mudanças e atualização de componentes na época? Alguma técnica que ajudava a evitar retrabalho ou a manter o controle do fluxo de dados? O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar.
Hoje, a gente tem o Redux, Vuex e outras soluções que padronizam esse processo, mas na prática, o controle era bem mais artesanal. Essa prática antiga influencia até hoje na nossa forma de pensar arquitetura de software, mesmo com ferramentas modernas. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
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