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Em projetos de automação, especialmente na coleta de dados por web scraping, a questão do ownership das tarefas é muitas vezes subestimada. Quando estamos lidando com operações que envolvem chamadas frequentes a APIs ou scraping de páginas, quem fica responsável por manter e garantir a estabilidade da operação acaba sendo um ponto crítico.
Por exemplo, no caso de scraping de resultados de busca do Google usando Puppeteer, a responsabilidade de tratar mudanças na estrutura da página, lidar com bloqueios e otimizar o desempenho é toda do time de automação. Se essa responsabilidade não estiver claramente distribuída, é fácil que o sistema fique vulnerável a alterações de terceiros ou a mudanças na própria API. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
O que vejo como um dos maiores desafios é manter o controle sobre o cutso de manutenção dessas tarefas. Muitas vezes, equipes criam scripts que funcionam bem por um tempo, mas depois começam a apresentar falhas devido a mudanças na página, por exemplo. Se não há quem assuma esse ownership, a tendência é que o sistema fique obsoleto ou gere riscos de estabilidade. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
Na sua opinião, qual seria a melhor estratégia para distribuir esse ownership de forma que o time de automação não fique sobrecarregado e o sistema continue resiliente? Acho que definir claramente quem monitora, quem atualiza e quem responde por cada etapa evita surpresas depois.
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