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Quando o assunto é manter um projeto limpo, reutilizável e fácil de testar, integrar SVG como componente no React parece ser a solução ideal. Mas a dúvida é: qual a melhor prática para fazer isso sem transformar seu código em uma sopa de letrinhas?
Muita gente ainda tenta embutir SVG direto no JSX, o que até funciona, mas fica difícil de manter à medida que a quantidade de ícones cresce.
A abordagem mais inteligente que tenho visto é criar componentes específicos para cada SVG ou usar uma função que recebe o SVG como string e retorna um componente React. Assim, fica fácil de testar, reaproveitar e, principalmente, fazer ajustes finos sem quebrar o código. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte.
Para quem trabalha com TypeScript, o segredo é definir o retorno de forma clara, usando JSX.Element ou React.FC, garantindo que o componente seja tipado e integrado ao fluxo de desenvolvimento. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar.
E a dúvida que fica: até que ponto vale a pena criar componentes para cada SVG? Existe um limite prático ou é melhor adotar uma estratégia mais centralizada? Afinal, gerenciar uma biblioteca enorme de componentes pode acabar virando uma dor de cabeça. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
No meu ponto de vista, o ideal é balancear. Componentes pequenos, reutilizáveis, e uma estratégia de importação que não complique a vida do time. Como vocês têm feito por aí? Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar.
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