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Muita gente acha que a dificuldade de manter aplicações Angular está no framework, mas na verdade o problema costuma estar na forma como os componentes são estruturados ao longo do tempo. Segundo Aziz Kale, a complexidade não nasce do Angular, e sim da evolução desorganizada de componentes que acabam virando um caos para quem precisa dar manutenção.
Na prática, o que faz uma aplicação ficar difícil é a soma de pequenas decisões ao longo do desenvolvimento, que vão acumulando desordem sem uma estratégia clara de orgaanização e revisão de código. Para evitar isso, a gente precisa investir em revisão constante, automação de testes e uma arquitetura que facilite o entendimento e o refactoring. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
Se a aplicação cresce sem controle, fica inviável fazer rollback ou implementar melhorias rápidas. No seu time, já passou por isso? Como vocês lidam com a manutenção de projetos que já estão grandes demais?
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