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Recentemente, passei a usar o Next.js 15 e percebi uma mudança de comportamento na manipulação de cookies. Antes, em versões anteriores, não era necessário usar await ao chamar cookies() em componentes do lado do servidor. Com a nova versão, essa chamada passa a precisar de await, o que cau sa travamentos se não tratado corretamente.
No meu caso, tinha uma função chamada getRole() que pegava o cookie de Role e era usada em um componente que roda no cliente. Antes, funcionava tranquilo. Agora, além de precisar de await, o comportamento ficou mais suscetível a travar o carregamento, principalmente se o código não estiver bem preparado para lidar com a asyncidade. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
Isso me fez refletir sobre o custo de manter o código atualizado com mudanças de versão do Next. Essa alteração, embora pareça simples, impacta na arquitetura e na experiência do usuário, pois exige entender o ciclo de vida dos componentes e garantir que chamadas assíncronas não bloqueiem a renderização. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta.
Na sua opinião, essas mudanças são um avanço ou só mais uma fonte de dor de cabeça para quem trabalha com React e Next? Para mim, o maior desafio é ajustar o fluxo de dados sem impactar a performance.
Concordo, Lucas. Aqui, a gente tentou minimizar o problema com uma validação mais cuidadosa antes de fazer chamadas assíncronas.
Pois é, Felipe. Essa mudança de comportamento acaba dificultando um pouco o controle de fluxo, principalmente quando temos várias chamadas dependentes. Na minha equipe, estamos tentando sempre isolar essas chamadas assíncronas pra evitar travar toda a interface.
Aí que entra o ponto do comportamento real do usuário, né?
No meu ponto de vista, essas mudanças reforçam a necessidade de enender bem o ciclo de vida dos componentes e evitar chamadas assíncronas desnecessárias. Senão, o custo de suporte fica maior, e o risco de bugs aumenta.