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No universo da firmware, a sensação de ter controle absoluto é tentadora. Você escreve cada condição, antecipa cada estado e lida com todos os edge cases. Mas será que essa abordagem ainda funciona no cenário atual?
Durva Shah aponta que, mesmo controlando tudo, o método 'se-então' (if-else) já não é suficiente para lidar com a complexidade crescente. À medida que os sistemas evoluem, as regras se multiplicam, e o código começa a virar uma teia difícil de manter. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
Essa complexidade impacta diretamente na observabilidade. Quanto mais complexa a lógica, maior o desafio de identificar rapidamente o que falhou ou o que precisa de atenção. O risco de bugs silenciosos aumenta, e o suporte operacional fica mais difícil. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
A pergunta que fica: até onde essa tentativa de controle absoluto é sustentável? Será que estamos negligenciando estratégias de abstração, testes automatizados ou mesmo uma arquitetura mais modular para lidar com essa complexidade? O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
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