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com certeza, mas cuidado pra não acabar complicando demais o fluxo. Às vezes o mais simples resolve, e o custo de manutenção de uma engine assim pode ser alto, principalmente se precisar de rollback ou ajustes rápidos. já passei por isso, então prefiro soluções que dão feedback imediato sem muita gambiarra.
A questão de renderizar de forma perceptiva é essencial mesmo em dispositivos fracos. Essa engine do Giovani mostrou que dá pra melhorar bastante o tempo de feedback, mas sempre tem que balancear com complexidade e suporte. No meu time, a gente tenta usar componentes leves e evitar re renderizações desnecessárias, principalmente em WebViews de Android. Acho que a dica é pensar em otimizações específicas pra esses cenários.
a minha dúvida é: esse tipo de otimização realmente é sustentável? em ambientes de produção, o que pesa mais é o custo de implementação versus o ganho de feedback.
mas e aí, será que esse tipo de engine funciona bem em cenários com muitas mudanças de estado? ou acaba criando um efeito colateral de delay na UI, mesmo que seja perceptivo? acho que o mais importante é entender o impacto na experiência do usuário real.