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Recentemente, a política de modelos Mythos-class passou a incluir uma janela de retenção de 30 dias para prompts e outputs, o que levanta uma questão técnica importante: isso é um detalhe pequeno ou uma necessidade de arquitetura?
Para equipes de desenvolvimento, isso significa repensar a arquitetura das tarefas, especialmente na hora de determinar quais dados podem ou devem ser removidos antes de enviar para o modelo. Uma preocupação comum é entender o impacto na privacidade e na segurança dos usuários, além de garantir conformidade com regulações.
Ao mesmo tempo, usar diferentes modelos pode ser uma estratégia inteligente para balancear privacidade e performance. Quando um dado é sensível ou a política exige, optar por modelos que não armazenam informações por longos períodos ajuda a evitar riscos. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
No seu time, já enfrentaram essa questão na prática? Como vocês têm lidado com a retenção de dados e a segurança na operação de modelos de IA?
No meu time, a gente tenta usar modelos com retenção zero ou muito curta sempre que possível. Mas às vezes não dá, aí a gente precisa de uma política de limpeza bem definida pra evitar vazamentos.
No meu time, a gente tem separado bem os fluxos de dados sensíveis. A retenção de 30 dias força a pensar na limpeza antes do envio, o que ajuda a evitar problemas de privacidade. Mas dá trabalho ajustar tudo na arquitetura.
Isso que você falou, Julia, é a maior dor. Na prática, às vezes a gente precisa de uma camada extra de validação pra cuidar para que nada sensível vá pro modelo.
Concordo, Otavio.