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Recentemente, foi descoberto um backup de SQL Server de 4TB da Ernst & Young (EY) acessível publicamente no Microsoft Azure, expondo um exemplo concreto de risco operacional e de segurança na gestão de dados na nuvem.
Esse caso revela uma falha comum: muitas empresas ainda não controlam adequadamente o acesso aos seus backups na nuvem. Pode parecer que, por serem bac kups, eles estão seguros, mas na prática, uma configuração incorreta ou negligência pode gerar vazamentos gigantescos. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
Para evitar que esse tipo de problema aconteça, a gente precisa ter uma política clara de ownership e controle de acesso. Além de restringir acessos, é importante monitorar quem acessa o quê e garantir que backups estejam em ambientes seguros, com criptografia e autenticação forte. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
Se a sua equipe ainda não revisou essas configurações, fica o alerta. Como vocês têm tratado esse controle na prática? Ainda rola aquele medo de fazer rollback ou perder dados por causa de configurações mal feitas? O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
Concordo, o controle de acesso é bem importante.
Pois é, isso pesa na hora de pensar na gestão de riscos. Acho que muita gente ainda não tem uma política de ownership bem definida, né? Aqui no meu time, tentamos monitorar acessos com logs e limitar bem quem pode fazer o quê.
aí que dá trabalho depois, né? Ter backups bem protegidos e acessíveis só pra quem realmente precisa é o caminho. Aqui no meu time, tentamos automatizar o controle pra evitar erro humano.
No meu caso, já passei por isso também. A maior dor é mesmo configurar o acesso pra não abrir brechas. E o pior é que às vezes só uma configuração mal feita resolve lindamente o problema.