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Quando criamos um sistema que identifica formas geométricas, misturar 2D e 3D numa única classe acaba gerando mais dor de cabeça do que solução.
No meu time, a maior parte da confusão vem do uso de uma única propriedade, como uma fórmula de volume, que não faz sentido para formas bidimensionais. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
Seja para exibir uma área ou um volume, a lógica de negócio fica poluída e difícil de manter.
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A dica que dou é separar as classes. Criar uma hierarquia que trate de forma diferenciada: uma classe para formas 2D, com atributos de área, e outra para 3D, com atributos de volume. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta.
Faz diferença na hora de gerar a UI, na validação de dados, e até na manutenção do código. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte.
No seu código, esse tipo de separação evita que o sistema tente tratar uma forma 2D como se fosse 3D, o que gera erros semântico e aumenta o custo de correção. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta.
Quem já passou por isso, sabe que o custo de manter uma classe única para tudo é alto. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte.
Separar as responsabilidades facilita futuras mudanças e adiciona clareza ao entendimento do sistema. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta.
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A sua questão me faz pensar: por quanto tempo ainda vamos insistir em models genéricos que só aumentam a complexidade? Vale a pena refletir sobre isso. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
Exato, e no frontend também fica mais fácil criar componentes específicos, sem precisar esconder ou adaptar muita lógica.
Concordo, Bruno. No meu time, separar as classes ajuda demais na hora de fazer validações específicas, além de facilitar testes isolados.
Total, esse comentário. E na prática, essa separação evita que a UI fique confusa, exibindo atributos que não fazem sentido pra cada tipo de forma.
Só cuidado pra não criar um esquema de herança complicado demais. Às vezes, composição é melhor pra esse tipo de modelagem.