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Muita gente acha que a validação de registros só faz sentido com métodos de escrita como PUT e DELETE. Mas na prática, essa checagem é fundamental em qualquer operação que altere ou remova dados.
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Quando a gente faz uma requisição de atualização ou exclusão, o ideal é sempre verificar se o registro realmente existiu e se a operação teve efeito.
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No exemplo clássico, o código checa se o número de linhas afetadas é zero, e aí já devolve um 404. Parece óbvio, mas muita gente esquece que esse tipo de validação melhora a experiência do usuário e evita bugs silenciosos. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte.
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Se a sua API não faz esse tipo de validação, fica fácil de enviar uma requisição que parece ter funcionado, mas na real o dado nem existia. Isso dá trabalho depois na hora de debugar ou gerar relatórios precisos. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar.
Por que não usar essa validação também em operações de leitura, por exemplo, para garantir que o dado retornado é realmente o esperado? Ou será que estamos pensando demais na simplicidade e deixando passar detalhes importantes? Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte.
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