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Encontrar disquetes floppy tem se tornado tarefa cada vez mais difícil em lojas de informática e suprimentos em todo o mundo.
Esta semana, uma associação de revendedores de produtos de informática em Londres anunciou que não vai comercializar a mídia. As baixas vendas são o principal motivo apontado pelos lojistas para abandonar o floppy disk.
Ao anunciar a decisão, a gerente da associação varejista Anne Magareth disse a BBC sentir-se triste. “O som do PC lendo o disquete e o barulho da conexão dial-up foram coisas tão comuns nos anos 90 que mal posso crer que seu tempo acabou”, diz Anne.
Estatística divulgada pela indústria de suprimentos do Japão aponta que, em 98, os fabricantes locais chegaram a produzir 2 bilhões de discos floppy. O número despencou para 700 mil unidades ano passado.
O principal motivo da queda foi o surgimento de novas mídias graváveis e a popularização da internet, que suporta o envio de arquivos com 1.44 MB facilmente, mesmo pelas conexões mais lentas.
Quando surgiram, os discos de 1.44 MB foram considerados um grande avanço em armazenamento de dados, já que originalmente disquetes do tipo podiam armazenar apenas 100 KB.
O primeiro forte golpe no floppy ocorreu ainda em 98, quando a Apple anunciou a venda de modelos do iMac sem drive para este tipo de mídia. Em 2003, a Dell iniciou as vendas de modelos também sem drive para floppy.
No varejo brasileiro, ainda é possível encontrar discos floppy em algumas redes. No site da Kalunga, por exemplo, o usuário encontra caixas com dez disquetes da Sony por R$ 6,80.
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