Receita líquida da GVT cresce 43%, impulsionada pela banda larga
Operadora fechou 2010 com faturamento líquido de R$ 2,4 bilhões e ganhos de R$ 372,7 milhões, quase três vezes mais que o obtido no ano anterior.
A estratégia agressiva da GVT na venda dos serviços de banda larga é um dos fatores que estão contribuindo para o incremento dos negócios da operadora, que fechou 2010 com maior crescimento de sua história. A receita líquida foi de 2,4 bilhões de reais, com aumento de 43% em comparação ao balanço do ano anterior.
O lucro líquido quase que triplicou e ficou em 372,7 milhões de reais, ante os 162,3 milhões de reais apurados em 2009. Já a margem Ebitda (resultado antes de juros, impostos de renda, depreciação e amortização), foi de 41,3% em 2010, quase três pontos percentuais superior aos 38,5% registrados em 2009.
Durante conferência com jornalistas na manhã desta terça-feira, 1/3, para comentar os resultados do balanço financeiro, o presidente da GVT, Amos Genish, atribuiu à boa performance da companhia, controlada pelo grupo francês Vivendi, à expansão da operação para outros mercados, além do aumento e melhoria de suas ofertas, especialmente de banda larga.
Genish avaliou que o bom momento do Brasil também contribuiu para o balanço positivo. Ele destacou que o crescimento da economia fez com que os usuários buscassem banda larga de alta velocidade.
O vice-presidente executivo da GVT, Alcides Troller, complementa que a expansão da operadora é resultado dos vários movimentos que a empresa fez em 2010. No ano passado, a tele chegou a 13 novas cidades, sendo que dessas somente três tiveram o lançamento comercial em 2011, que foram: Guarulhos, Osasco e Rio de Janeiro.
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