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Acusados de roubar protótipo do iPhone 4 são sentenciados a pagar US$ 250 à Apple
Da Redação
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Imagens do protótipo do iPhone 4 desmontado pelo blog Gizmodo e exibidas em 19 de abril de 2010, dois meses antes do lançamento oficial do iPhone 4. O aparelho foi achado num bar e vendido ao site
Mais de um ano e meio após o suposto roubo de um protótipo de iPhone 4, perdido por um engenheiro da Apple em um bar, os dois homens acusados de vender o aparelho ao blog Gizmodo receberam uma sentença branda de um tribunal na Califórnia. Eles ficarão durante um ano em liberdade condicional, devem prestar 40 horas de serviços comunitários e pagar US$ 250 como restituição à Apple. As informações são da “CNET”.
Brian Hogan, o homem que achou o protótipo no bar, e Sage Wallower, que teria ajudado Hogan a vender o iPhone 4 ao site de tecnologia, eram acusados de roubo e contravenção. Eles alegaram que o protótipo foi obitido depois que Robert Gray Powell, 28, engenheiro da Apple, deixou o aparelho num bar em Redwood City (Califórnia), próximo à sede da empresa em Cupertino.
“Como ambos não tinham antecedentes criminais, o juiz decidiu que não seria necessário condená-los à prisão”, comentou o promotor de Justiça do Condado de San Mateo, Steve Wagstaffe.
Como os dois homens não contestaram as acusações, o que na legislação do Estado é o mesmo que declararem-se culpados, eles receberam a sentença do tribunal, mas não podem ser considerados culpados em um processo civil, caso a Apple opte por isso.
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Steve Jobs apresenta o iPhone 4 durante a Worldwide Developers Conference em junho de 2010
Entenda o caso
Após encontrar o protótipo do iPhone 4 em um bar na Califórnia, ele foi vendido ao site “Gizmodo” e exibido no dia 19 de abril, dois meses antes do seu lançamento oficial. O portátil tinha um disfarce para que parecesse o iPhone 3GS (até então, a versão mais nova do iPhone).O Gizmodo afirmou ter pago US$ 5 mil pelo aparelho.
Apesar de atrair a atenção do mundo inteiro, a divulgação rendeu dor de cabeça ao blog de tecnologia. Jason Chen, um dos editores do blog, teve seus computadores, servidores e iPad apreendidos pela polícia (que justificou a ação dizendo que as máquinas poderiam conter fotos do protótipo), e o site de tecnologia não foi convidado a participar do WWDC, como faz regularmente.
Brian Lam, outro editor do Gizmodo, deu a entender que a cobertura do evento com a apresentação do novo iPhone (anunciado com antecedência pelo blog) seria feita de qualquer forma. “Fui ensinado que os jornalistas devem conseguir a história. Nós ainda podemos facilmente cobrir o WWDC”, escreveu nesta segunda em seu Twitter.
Lam foi contatado pessoalmente por Steve Jobs, que pediu que ele devolvesse o aparelho à Apple, o que o editor se recusou a fazer, a menos que a empresa reconhecesse oficialmente de que se tratava do próprio iPhone 4.
Mais tarde, após a morte de Steve Jobs, Lam admitiu se arrepender da forma como conduziu a negociação, afirmando ter enviado um e-mail de desculpas à Jobs pouco antes dele morrer.
Fonte: UOL Tecnologia
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