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Ericsson reduzirá 9% da força de trabalho na Suécia
Mais de 1,5 mil funcionários perderão o emprego em momento em que fabricante sofre com economia lenta e concorrência acirrada
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ESTOCOLMO — A Ericsson cortará 1.550 empregos em seu país-sede, a Suécia, no momento em que a maior fabricante de equipamentos de telecomunicações do mundo busca reduzir custos, em um setor que tem sofrido com a desaceleração econômica global.
A concorrência também tem pressionado os preços de equipamentos de telecomunicações, ao passo que a fraqueza econômica tem levado a uma queda nos gastos de operadoras de telefonia. Em junlho, o faturamento da gigante chinesa Huawei ultrapassou pela primeira vez a receita da Ericsson, atingindo US$ 16 bilhões no semestre, contra US$ 15,5 bilhões da firma sueca. A Ericsson só mantém o título de maior fornecedora de infraestrutura de rede no mundo porque um quarto do faturamento da Huawei vem da venda de telefones celulares — mas os analistas não esperam que essa liderança seja mantida por muito tempo.
No terceiro trimestre, o lucro da Ericsson caiu 42%, por conta da desaceleração nas encomendas e uma mudança na composição de negócios para contratos menos rentáveis. A companhia informou à época que se concentraria no corte de custos.
Ao anunciar a demissão de 1.550 pessoas na Suécia, onde emprega 17.768 funcionários atualmente, a Ericsson disse que as redundâncias eram inevitáveis.
“Devemos garantir que possamos continuar a executar a estratégia de manter nossa liderança de mercado, investir em pesquisa e desenvolvimento e atender às necessidades de nossos clientes”, disse em comunicado o diretor de recursos humanos da companhia sueca, Tomas Qvist. “Para garantir isso, precisamos nos focar em reduzir custos, promover excelência comercial e eficácia operacional.
A Ericsson manteve a previsão para custos totais de reestruturação de 4 bilhões de coroas suecas (US$ 597 milhões), afirmou um porta-voz
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Segue a crise.
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