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Nos últimos anos, temos visto uma tendência de deixar a infraestrutura nas mãos de abstrações e soluções prontas, muitas vezes sem pensar na efetiva operação.
Alex Zenla, do Edera, desafia essa postura e propõe o desenvolvimento orientado por problemas reais — ou seja, fazer algo para resolver dores específicas, não só por seguir uma moda. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
Essa filosofia de "spite-driven development" pode parecer radical, mas ela é uma resposta direta às falhas que a gente vê na prática. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
Quando tratamos de cloud computing, não dá mais pra aceitar soluções que escondem a operação e escondem o risco. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
A questão é: até que ponto essa passividade impacta nossa capacidade de fazer rollback rápido ou otimizar custos? Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
No meu entendimento, adotar uma postura mais hands-on e focada na resolução de problemas concretos é o caminho para evitar surpresas na hora H. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar.
O que vocês acham? Ainda vale a pena confiar cegamente nas abstrações ou a gente precisa repensar o envolvimento na gestão da infraestrutura? A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte.
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