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Nos últimos tempos, a forma como os usuários buscam informações mudou drasticamente. Não basta mais fazer uma busca tradicional no Google, agora eles preferem fazer perguntas diretas a ChatGPT, Claude, Gemini e outros modelos de IA. Essa transformação impacta diretamente na forma como projetamos nossas plataformas e estratégias de análise.
Para quem trabalha com geração de conteúdo, otimização de engines ou análise de dados, entender essa nova dinâmica é fundamental. A API de IA deixa de ser uma ferramenta adicional e passa a ser o centro do ecossistema de busca e suporte ao cliente.
No meu ponto de vista, essa mudança exige uma atenção maior à observabilidade dos sistemas de IA, para garantir respostas consistentes e de qualidade. Como vocês estão ajustando suas plataformas para esse novo perfil de usuário? Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
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