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Criar uma biblioteca Python que traz dados de memória, CPU e placa-mãe em distribuições Ubuntu parece ótimo, mas e aí? É melhor entregar dados crus ou já processados para o usuário?
resolveu lindamente só que tem que tomar cuidado com o impacto na performance se fizer muita transformação na hora da consulta. Às vezes, o barato sai caro.
No meu time, a gente costuma preferir retornar os dados crus, pra não limitar o que o usuário pode fazer depois. Mas claro, isso dá mais trabalho na hora do consumo.
Verdade, Elisa. Aqui no meu time, preferimos um método que entrega informações já filtradas, assim evitamos retrabalho na aplicação. Mas aí entra a questão do custo de manutenção, né?
Concordo, Fabio. Aqui no meu projeto, a gente faz um parser básico pra evitar que o usuário tenha que lidar com uma montanha de informações. É mais prático na hora de usar.