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Tem gente que já tá tão acostumada a usar IA pra resolver tudo que esquece como programar de verdade. É um ponto que dá uma reflexão séria.
Na prática, a IA ajuda muito na produtividade, mas será que estamos perdendo o contato com a base? Já passei por isso, e na hora de montar algo do zero fica difícil sem o auxílio. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
O problema é que, quando a gente depende demais, fica difícil pensar fora da caixa, entender o porquê das soluções, ou até fazer um debug mais profundo. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
Se a ideia é evoluir na carreira, acho que o segredo é usar IA como ferramenta, não como muleta. Voltar a estudar fundamentos, entender o porquê de cada linha de código, faz toda a diferença. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar.
Como vocês veem essa dependência? Ainda dá pra desenvolver uma expertise sólida sem ficar refém da inteligência artificial? Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
No meu caso, uso IA pra acelerar tarefas repetitivas, mas nunca deixo de fazre uma análise crítica. Senão, fica difícil evoluir de verdade.
Eu levaria para um piloto bem limitado. Se segurança não melhorar sem piorar rollback, melhor parar cedo.
De fato, está meio que automático ao começar a escrever um código e já pensar em gerar um trecho rápido, e principalmente se você está na empresa trabalhando, porque sabe que a companhia presa por velocidade na entrega. E assim, eu sempre tive a paixão de escrever o código na mão do zero, mas como o mercado está evoluindo cada vez mais para AI First acho meio triste do ponto de vista de gosto pessoal, mas de fato, é ganho em produtividade.
Acho que o maior risco é perder a capacidade de pensar por connta própria. A IA é ótima pra acelerar, mas tem que ter cuidado pra não virar uma muleta que enfraquece o raciocínio técnico.
hum concordo, no meu time a gente tenta sempre revisar o que a IA gera, pra cuidar para que não estamos só reproduzindo sem entender. Essa rotina ajuda a manter o domínio da base.