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Quem trabalha com Python já deve ter se deparado com nomes que usam dois underscores antes ou depois. Mas, na prática, qual é a real função disso?
No Python, o uso de dois underscores no início ou fim de um nome tem um significado bem específico. Geralmente, indica atributos ou métodos que são considerados internos ou 'privados' da classe. Mas cuidado: isso não impede o acesso externo, apenas sinaliza que não é para usar direto.
Outra coisa importante é que, ao usar esses nomes, o Python aplica uma espécie de 'mangling' — uma transformação no nome que dificulta o acesso externo, ajudando a evitar conflitos em subclasses. Mas não se engane, não é uma barreira de segurança. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte.
Para quem trabalha com bibliotecas ou frameworks, entender esse padrão ajuda a evitar bugs e manter o código mais limpo. Na sua experiência, você já sentiu que esse uso de underscores impactou na manutenção ou na leitura do código? O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta.
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