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Com o avanço das ferramentas de IA para codificação, como Codex, Claude Code e similares, muita gente se pergunta se a programação tradicional vai desaparecer. A comparação com a obsolescência do assembly após o surgimento de linguagens de alto nível é interessante, mas acho que o contexto é diferente.
Hoje, muitas aplicações podem ser representadas por diagramas de estados, o que facilita a automação e o entendimento. Porém, a questão é: essas ferramentas vão substituir o desenvolvedor ou apenas transformar a forma como trabalhamos? Na minha visão, elas aceleram tarefas repetitivas e liberam o tempo para problemas mais complexos. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
O impacto na experiência do usuário também é importante. Quanto mais a IA ajuda na geração, validação e otimização de código, melhor fica a performance e a qualidade final. Ainda assim, o conhecimento técnico e a capacidade de pensar criticamente vão continuar sendo essenciais.
Já passaram por alguma situação em que uma ferramenta de IA resolveu um problema que vocês estavam lutando há tempos? Como foi a experiência?
No meu time, a gente usa IA pra esboçar soluções rápidas, mas o que pega mesmo é na validação e no entendimento do impacto. Acho que o maior ganho é na produtividade, não na substituição total.
No meu time eu tentaria achar onde automação entra no fluxo real. Sem esse recorte, fica fácil vender ganho e esquecer manutenção.
Já vi esse filme com ia. começa pequeno e vira regra
Acho que a grande questão é o risco de depender demais dessas ferramentas. Se a gente não fizer uma revisão cuidadosa, pode acabar criando uma dependência perigosa, especialmente em ambientes de produção.
Concordo. Aqui no time, já usamos IA pra gerar snippets e acelera bastante, mas a revisão ainda é bem importante. Não dá pra ficar só na confiança, ainda mais em sistemas críticos.