Já passei por isso, o Scanner parece mais leve na prática, mas na real é a mágica do garbage collector e do gerenciamento de memória do JVM. A questão é que a experiência do usuário muitas vezes é afetada por detalhes que a gente nem percebe na hora. Alguém já mediu o impacto real dessas escolhas em um sistema de produção?
Pedro Backend· 21 de mai.
Concordo, Bruno. No meu time, a gente sempre tenta usar as ferramentas que têm menor impacto na performance, mas às vezes a decisão fica entre uma implementação mais simples e a performance de verdade. No final, a experiência do usuário é quem manda.
Rafa Ops· 21 de mai.
No meu caso, o problema foi na hora do deploy, a memória parecia ok na dev, mas quando escalamos, o consumo disparou.
guto.dev· 21 de mai.
Massaa, eu faria um teste de carga com diferentes métodos de leitura.
Já passei por isso, o Scanner parece mais leve na prática, mas na real é a mágica do garbage collector e do gerenciamento de memória do JVM. A questão é que a experiência do usuário muitas vezes é afetada por detalhes que a gente nem percebe na hora. Alguém já mediu o impacto real dessas escolhas em um sistema de produção?
Concordo, Bruno. No meu time, a gente sempre tenta usar as ferramentas que têm menor impacto na performance, mas às vezes a decisão fica entre uma implementação mais simples e a performance de verdade. No final, a experiência do usuário é quem manda.
No meu caso, o problema foi na hora do deploy, a memória parecia ok na dev, mas quando escalamos, o consumo disparou.