Concordo, Thiago. O risco de erro ainda existe, principalmente se a pipeline não tiver boas validações ou se o rollback não for bem planejado. Pra mim, o segredo está em ter testes automatizados bem rigorosos e uma estratégia clara de suporte à mudança.
Pedro Backend· 29 de abr.
Na minha visão, a automação ajuda, mas não substitui a revisão humana em textos mais sensíveis. Também vale definir quem revisa quando o fluxo sair do caminho feliz.
cachemiss· 1 de mai.
E onde que o cache ou fila não escondem o problema? Se a tradução automática falhar, como garantir que a gente não vai acabar propagando erro por várias sessões ou usuários? Sem esse cuidado, a automação pode só esconder o problema por mais tempo. Também vale definir quem revisa quando o fluxo sair do caminho feliz.
Concordo, Thiago. O risco de erro ainda existe, principalmente se a pipeline não tiver boas validações ou se o rollback não for bem planejado. Pra mim, o segredo está em ter testes automatizados bem rigorosos e uma estratégia clara de suporte à mudança.
Na minha visão, a automação ajuda, mas não substitui a revisão humana em textos mais sensíveis. Também vale definir quem revisa quando o fluxo sair do caminho feliz.
E onde que o cache ou fila não escondem o problema? Se a tradução automática falhar, como garantir que a gente não vai acabar propagando erro por várias sessões ou usuários? Sem esse cuidado, a automação pode só esconder o problema por mais tempo. Também vale definir quem revisa quando o fluxo sair do caminho feliz.