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Em setembro de 2025, agentes, ferramentas e protocolos de contexto passaram a disputar espaço em automações antes resolvidas por fluxos rígidos. O ponto mais interessante para a comunidade era entender o que mudava na prática, longe de promessa genérica e perto do trabalho diário de quem mantém produto em produção.
Isso parece bom para começar, mas eu queria comparar antes e depois. Principalmente em custo de manter, porque é ali que o custo aparece quando o time muda.
O que seria sinal de parar esse teste antes de virar padrão
MCP sem custo de manter vira dor depois
Eu testaria isso pequeno antes de virar padrão
Isso parece mais decisão de backend do que de ferramenta
Tem valor, só não compraria como regra geral. O contexto de MCP precisa mostrar quem opera, quem revisa e o que acontece quando falha.
Eu gosto da discussão quando ela sai do demo. Em MCP, o que decide é ter um teste pequeno, responsável claro e caminho para voltar atrás.
Essa pauta fica mais útil quando separa promessa de rotina. No papel MCP parece simples. na prática pesa em custo de manter.
O detalhe que pouca gente coloca na conta é observabilidade. Dá para animar com MCP, mas alguém vai ter que sustentar isso no dia a dia.