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Muita gente ainda acha que passar nos testes é suficiente para garantir que o sistema está alinhado com a especificação. Mas na real, é só uma parte do jogo.
O problema é que muitas especificações antigas, ou até as atuais, carregam um histórico de contradições e interpretações variadas. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois.
Testes que só validam o que está escrito na documentação muitas vezes não pegam o que é prática, o que realmente funciona no dia a dia. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
A dica é usar testes diferenciais, comparando o resultado com uma referência confiável ou um sistema independente. Assim, você consegue detectar divergências que a validação padrão não captura. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar.
No meu time, a gente usa esse approach pra evitar falsos positivos e garantir que a implementação continue alinhada com o que realmente importa para o negócio. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco.
Acha que essa abordagem pode ajudar a evitar aqueles bugs que só aparecem na produção por causa de uma especificação desatualizada? Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar. A decisão fica mais saudável quando o time consegue medir o impacto depois. Sem esse critério, a solução pode parecer simples no começo e cara no suporte. O valor aparece melhor quando operação, produto e engenharia olham para o mesmo risco. Por isso, o recorte precisa considerar manutenção, validação e caminho de volta. Esse contexto ajuda a separar ganho real de novidade difícil de sustentar.
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