Gerenciamento de erros em pipelines de streams no Node.js para garantir estabilidade em produção
Otavio Xaviera ta boa, mas acho que muita gente ainda tem dúvida se esse tratamento de erro é suficiente pra casos de falhas assíncronas. Você recomenda alguma estratégia extra pra esses casos?
Wesley EstevesComo assim? no meu time, a gente costuma usar o pipeline pra cuidar para que qualquer erro seja pego lá no final, aí fica mais fácil de tratar. Mas concordo que pra erros assíncron
Ver todos os 3 comentários →Gerenciamento de erros em pipelines de streams no Node.js: práticas e armadilhas
Yuri MacedoNo meu time, a gente sempre reforça o tratamento de erro em cada etapa. Parece óbvio, mas é fácil esquecer quando o pipeline fica longo.
Mariana CamposAcho que o grande problea é entender bem o ciclo de vida dos eventos, pra não ficar com a sensação de que 'não aconteceu nada'.
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Wesley LimaEu acho que usar uma seed bem aleatória na hora de criar o Random ajuda a evitar esses padrões. Mas, no fundo, a questão é entender o ciclo de vida do stream mesmo.
Daniel PereiraTem valor, só não compraria como regra geral. Precisa ficar claro quem opera, quem revisa e o que acontece quando falha.
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Rafael CamposNo meu time, a maior dificuldade é justamente entender o ciclo de streams e evitar memory leaks. Uma estratégia que ajuda é limitar o tamanho do buffer e fazer um monitoramento con
Ana LimaBoa, mas cuidado com o tamanho do buffer na hora de fazer o concat. Pode acabar pegando muita memória se o vídeo for grande. Sempre testei em ambientes controlados antes de colocar
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