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Nos últimos testes com modelos grandes, percebi que mapear a memória e reccomputar ativações virou rotina. Mas a dúvida é: como isso impacta na rastreabilidade da fonte de dados e na confiabilidade da memória canônica?
Concordo, Vivian. Pra mim, o grande desafio é justamente integrar essa camada de observabilidade com o pipeline de recomputação. Sem isso, fica difícil auditar ou validar o que foi realmente processado, principalmente em escala.
Esse ponto de rastreabilidade na memória canonica dá um trabalhão, ainda mais com modelos que recomputam ativação. Como vocês fazem pra não perder o controle?
No meu time, a gente tenta manter logs detalhados em cada eapa, mas ainda acho que falta uma camada centralizada pra garantir essa rastreabilidade de forma mais automática. Como vocês estão lidando com isso?