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Tableless vs Table

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Isso vai looooooooooonge...

 

Realmente, nenhum de nós nasceu sabendo...

 

Muito pelo contrário, ralamos, e muito para termos o nível de conhecimento que temos hoje...

 

Quantas horas eu não gastei tentando entender agrupamento de seletores, propriedades CSS, semântica, etc, etc, etc... Não são coisas que vem assim do nada...

 

Você sabe que é capaz de fazer algo de qualidade. Se o que você faz é bom, por que venderia como se fosse algo ruim?

 

Você encontra alguma Ferrari por menos de US$ 500.000??? Não, por que??? Por que além do nome Ferrari, o carro tem qualidade, é inteiramente feito a mão, cada mínimo detalhe revisado...

 

Mas invés de uma Ferrari, você pode ter um Fusca 78, sem tanque de combustível, velocímetro quebrado, para-choque amassado, etc, etc, etc...

 

Vai pagar R$800 por ele... e depois???

 

Apesar da comparação de valores ser exagerada, com sites é da mesma maneira.

 

Por exemplo: eu tenho quase 3 anos de experiência com PHP e mais ou menos 2 anos e meio com XHTML, CSS, etc... Não sou expert no assunto, mas sei que tenho um bom conhecimento da área. Por que??? Porque estudei muuuuito isso e pratiquei muuuuito também nesse pouco tempo (acho pouco).

Um belo dia, na academia que eu frequentava, a dona queria um site pra divulgá-la. Ela ficou sabendo que eu era webdesigner e falou comigo.

Sentei, vi com ela exatemente o que ela queria (Flash, conteúdo dinâmico, etc)...

Fui pra casa, pensei, esbocei qualquer coisa, fiz parte do algoritmo da programação na cabeça... Beleza! Nada muito complicado.

No outro dia, cheguei pra ela e dei meu preço (não sei se devo falar em valores). Não era muito alto, visto que eu morava no MS, lá a profissão de webdesigner não é muito valorizada.

Passou um tempo, ela não me procurou mais. Um belo dia eu cheguei e perguntei a ela se ainda queria o site. Ela me respondeu que o sobrinho (malditos sobrinhos <_</>) de uma amiga dela tava fazendo e cobrando 1/6 do preço (acreditem... é menos de 120 reais)...

Bom, o resultado todos já sabem: um sitezinho fulera, que não é crossbrowser, feito em tabelas com algum editor wysiwyg (nunca lembro a sigla direito) e lotaaaaado de sparcer.gif's...

Não vou postá-lo aqui, é claro, por questões de ética, mas resolvi botá-lo a prova do W3C... Coloquei no validator...

Em 200 linhas de código, nada menos que 68 erros e 45 warnings.

Tags não fechadas, aninhamentos incorretos de elementos, Doctype não condizente com o conteúdo (xhtml, mas usava letras maiúsculas, falta de aspas nos atributos, etc).

 

Tá lá... Segundo o cara, funciona... (na verdade só no IE7)

 

Agora eu pergunto: a idéia era divulgar a academia... será que isto está sendo feito?

 

As pessoas que entrarem naquele site realmente vão se interessar por ele???

 

Creio que não...

 

Ou seja, a dona da academia pagou por uma coisa que não foi feita... O cara sumiu, não dá suporte, ficou com a senha do domínio e da hospedagem, que estão no nome dela. A cada 6 meses vem a fatura, e se ela não pagar, que se ferra é ela.

 

Essa é pra quem falou "o que seria das microempresas sem os low-designers"...

 

O cara vai lá, registra domínio, hospedagem e põe a senha que ele quer, aí ele some no mundo e a pessoa fica com o site sem atualização, pagando domínio e hospedagem por um site que não lhe traz retorno algum...

 

Pensa nisso...

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O cara vai lá, registra domínio, hospedagem e põe a senha que ele quer, aí ele some no mundo e a pessoa fica com o site sem atualização, pagando domínio e hospedagem por um site que não lhe traz retorno algum...

Aí é que está o ponto: a maioria das microempresas querem ter site apenas "porque todo mundo tem", e nem sequer sabem pra que serve um site. Querem ter algo bonitinho na internet pra levantar seu ego ou pra dizer que tem. Nesses casos, um sobrinho até que cai bem.

Mas pra empresas que realmente PRECISAM de um site (nem toda empresa precisa de um), os profissionais de verdade fazem a diferença.

 

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http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/grin.gif/> Eitcha post...

 

Uma coisa que a muitos anos digo: generalizar é burriçe!

Nem todo favelado é marginal; nem todo linux é bom; nem todo webmaster é "o profissional" que se diz ser; etc..

Deste modo, não é adequado dizer que que todos os que constroem seu layout (ainda) com tabelas é mal caráter.

 

Irresponsabilidade é uma coisa - Ignorância é outra, não confundam as coisas.

 

Já lí vários perfis deste fórum. Alguns, que hoje falam sobre acessibilidade, semântica, etc., etc., contruíram (e contróem) websites com mais de 165 erros segundo o validador da W3C (morro de rir com isso, apesar de ser "triste" reconhecer a falsidade - ou ignorância) outros, simplesmente não funcionam corretamente com o IE 7 e 8, mas no seu portfólio está lá... "XHTML, TABLELESS..."

Já lí alguns artigos que dizem (meio que se defendendo), para não levar em consideração o sistema de validação da W3C (eles até tem razão am alguns pontos), mas peraê! Se não é para levar em consideração, por que então divulgam em seus portfólios o ícone de validação da W3C? Ah! Já sei: o bom e velho marketing pessoal.

 

Só estou querendo "re-explicar" com isso, que não podemos ser generalistas em afirmar que todos os que desenham e adicionam conteúdo somente pelos programas de "programação" visual, são picaretas ou coisas do tipo.

 

#Inside#, a maioria das pessoas, quando sentem dor de cabeça ou comem algo que causa má digestão, vão marcar consulta para ir ao médico? Ou simplesmente passam na farmácia - que tem um profissional farmacêutico? Tic, tac, tic, tac... Normalmente, vão (vamos) ao médico (formado) quando o problema é mais complexo, não é? Tic, tac, tic, tac...

 

É isso que disse e é isso que penso: problemas pequenos podem ser resolvidos com tables, sim - por mais que esteja "semânticamente errado". Isto é indiscutível!

E como também já disse, quem trabalha somente com programas visuais, deve ter a responsabilidade e a dignidade de informar "olha, o que posso fazer por você é isso - aquilo eu não sei". Isso é ser honesto. Pilantragem é o cara dizer que programa "dentro dos padrões aceitos internacionalmente" e possuir mais de 100 erros no W3C. Ou seja, temos pilantras "webmasters" e pilantras de FrontPage, mas nem todos são!

 

Nem vou me alongar no comentário de #Inside# que disse: "teria site quem tem como pagar por um site", pois quem pensa deste jeito não reflete democraticamente sobre as questões sociais. Em outras palavras, é a velha maneira burguesa de pensar. Xá pra lá - isto só se discute com propriedade com pessoas da área. http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/assobiando.gif/>

 

Mas valeu pelos comentários galera! Continuem assim!

 

Ps.: Apesar de ter aprendido, não construo no FrontPage nem puramente no DW. Estou aprendendo a programar pouco a pouco, como a maioria dos iniciantes.

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única utilidade deles é trazer clientes frustados para nós, profissionais.

Foi um pouco forte isso ai cara...

 

Fazendo uma analogia com carros, se o cliente tem dinheiro para comprar um fusca, pode comprar com o educadorgustavo, comigo, com inside...

 

Se o cliente tem dinheiro para comprar um carro bem melhor, e quer este, vai comprar, comigo, com inside e outros ai.

 

O problema é que quando eu falar a diferença do fusca para o carro do ano, o cliente não vai querer o fusca... vai juntar mais um dinheiro talvez.

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Foi um pouco forte isso ai cara...

Fazendo uma analogia com carros, se o cliente tem dinheiro para comprar um fusca, pode comprar com o educadorgustavo, comigo, com inside...

Desculpe se expressei mal. Neste caso não sei se cabe fazer analogias, no entanto o que falei não deixa de ser uma verdade. Eu poderia arriscar um número e dizer que pelo menos 90% dos empresários que me procuram é porque já possuem site com um "profissional", que não traz retorno algum. Dos outros 10%, pelo menos 5% estão tão frustrados com o resultado do seu site (feito pelo sobrinho), que não querem sequer arriscar criar um site novo com um profissional de verdade.

Estes 90% são os que não se importam em pagar o valor mais alto do bom serviço. Os 5% que sobram ou nunca terão site ou acabarão contratando um sobrinho e entrando nos 90% mais tarde.

Reformulando melhor esta frase, eu poderia dizer "para nós, profissionais que nos valorizamos, o trabalho mal-feito de profissionais prostituidos acaba sendo uma vantagem" ;)/>

 

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Concordo com o inside esses profissionais prostituídos acabam dando mais valor ao trabalhos dos web masters de verdade.

 

cabe a nós escolher de qual lado ficar.

 

E é por isso mesmo que estou me esforçando para fazer parte do grupo dos web masters de verdade. essa discussão é muito boa. pois funciona como um debate desses da televisão. e abre a cabeça de muita gente (assim como eu) para o mundo da web inteligente.

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http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/joia.gif/> Agora sim #Inside#, agora você se expressou corretamente!

Oxxxe! Parecia até que você tinha transtorno bipolar leve http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/grin.gif/> :P/> http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/grin.gif/> Brincadeira!

 

Era mais ou menos isso que disse desde o começo, mas alguns contorceram minhas explanações...

E dessa vez, #Inside#, "sem querer querendo" você concordou com o que disse em uma das minhas postagens.

Pois se aprox. 90% dos seus clientes já vem "frustrados" dos "low-designers", significa que, como havia dito, nem todas as empresas necessitam (inicialmente) de um webmaster. Só depois, quando a empresa cresce (e/ou tem mais dinheiro para investir), solicita um trabalho mais "profissional" - mais CARO!

 

Ah, outra coisa: quando você disse que esses aprox. 90% são oriundos de profissionais "fracos", mais uma vez concordou comigo (sem perceber) quando comentei no post #9 "uma churrascaria não necessita de um webmaster, mas uma rede de churrascarias, talvez. Sei que se eu oferecer meus serviços visualmente satisfatórios (e ocultamente emporcalhados) a um churrasqueiro por R$ 300,00 e um webmaster oferecer por R$ 2.000,00, adivinhe quem ele irá escolher?

 

Eu mesmo, sei do meu potencial e sei que precisarei arranjar um sócio "programador" para realizar as tarefas que ainda (ou nunca) serei capaz de executar.

 

Aproveitando... para dar uma apimentada na situação... poderiam me responder a respeito desses dados AQUI e por que ou como ISSO acontece? (utf8 "\xE1" does not map to Unicode )

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nem todas as empresas necessitam (inicialmente) de um webmaster. Só depois, quando a empresa cresce (e/ou tem mais dinheiro para investir), solicita um trabalho mais "profissional" - mais CARO!

Ás vezes isso ocorre. Mas outras vezes o que ocorre é que a empresa de fato PRECISA, procura vários profissionais, mas contrata o mais barato por não ter uma referência de preços. Quando você vai comprar um produto qualquer, você compara especificações, beleza, marca, durabilidade, etc. Mas como a maioria dos clientes não entende bulhufas sobre desenvolvimento, acaba pegando o mais barato porque pensa que não faz diferença.

 

Só pra retificar, você vem citando em seus posts "webmaster" como sendo um bom profissional. Eu entendo que é apenas modo de dizer, mas pode ter gente que se confunda. "webmaster" é(era) um profissional que domina(va) todas as áreas de desenvolvimento de um site, criando e administrando um site completo sozinho. Hoje sabe-se que a web é extremamente multidisciplinar e há aqueles que acreditam que o webmaster como conhecíamos antigamente morreu.

 

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Só pra retificar, você vem citando em seus posts "webmaster" como sendo um bom profissional. Eu entendo que é apenas modo de dizer, mas pode ter gente que se confunda. "webmaster" é(era) um profissional que domina(va) todas as áreas de desenvolvimento de um site, criando e administrando um site completo sozinho. Hoje sabe-se que a web é extremamente multidisciplinar e há aqueles que acreditam que o webmaster como conhecíamos antigamente morreu.

Eu tbm estava com duvida nessa parte. Pois quando comecei a estudar desenvolvimento web. me disseram que o web master é o cara que cuida da parte de programação do site, enquanto que o web design cuida do layout do site. mas nesse3 post ficaram se referindo ao web master como os profissionais realmente capacitados e os web designers como profissionais "prostituídos", ou como ja foi dito "low desigers".

 

Por isso fiquei na duvida quanto ao uso correto desses termos.

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Beleza, voltamos a nos entender! http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/joia.gif/>

Quanto a nomeclatura das profissões, entendo que:

 

a. Webmaster = pessoa com conhecimento em algumas linguagens de programação, suficientemente necessárias para a criação, desenvolvimento e administração de um website.

Ao dizer "suficientemente", me refiro ao seguinte aspecto: se uma empresa X desenvolve websites somente estáticos, o webmaster é aquela pessoa que sabe manipular todas as ferramentas necessárias para suprir as necessidades desta empresa. No entanto, se o webmaster desta empresa for trabalhar na empresa Y, que cria, desenvolve e administra websites dinâmicos, certamente ele deixará de ser webmaster, passando a ser um trainee de webmaster (se ele quiser aprender a "mecher" dinamicamente) ou, se ele não quiser aprender, será remanejado à outra função que ele exercia na empresa X.

 

b. Webdesigner (ou web designer) = pessoa com conhecimento em vários programas de desenho (ou ilustração) para (ou otimizada) a web - e só! A questão é que, com comentei no post #15, por causa das necessidades (falta de dinheiro para investir ou falta de apoio complementar), o webdesigner "tem que se virar" para realizar as tarefas que, a princípio, são designadas aos programadores. O resultado disso é a discussão "Tableless vs Table" http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/grin.gif/>

 

c. Programador = pessoa que possui determinado conhecimento acerca de alguma (ou algumas) ferramentas de criação, desenvolvimento e gerenciamento de (e para) funções específicas. No caso da web, para ser um programador basta ele conhecer a fundo UMA determinada ferramenta, seja ela PHP, ASP, AJAX, etc, etc,. A questão é que, novamente voltando ao post #15, no Brasil, as empresas querem um profissional que possa "quebrar um galho" aqui e ali, assim, estas pessoas também terminam se "metendo" numa área que "em teoria" não é a delas. Daí, aprendem a mecher com aplicativos gráficos e unem seu conhecimento de programação + conhecimento de design e se transformam nos famigerados Webmasters.

 

Para ajudar a compreender essas questões sociais - sim, estamos falando que questões sociais -, aconselho a busca de um vídeo que se chama "explosão do conhecimento". Não sei se existe no Youtube (é um senhor de cabelos brancos que apresenta), mas já posso adiantar o foco, como prof. esp. licenciado: superespecialização.

 

Portanto, colegas virtuais, existe webmaster, existe webdesigner, existe programador e ainda fabricarão outras nomeclaturas para designar a mesma função, com o único objetivo de destacamento profissional, ou seja, marketing pessoal. Querem um exemplo simples? Vendedor. Qual a função de um vendedor? Vender. Mas por causa dos baixos salários e do menosprezo social (e às vezes pessoal) dessa categoria, tiveram a (in)feliz idéia de se auto denominarem CONSULTORES DE VENDA. kkkkkk.... Não me aguento com isso! kkkk... Como ex., pergunte a um desses "consultores de perfume" (só pra sacanear) se a composição química do produto afetará a melanina da sua pele e por quê. kkkkkk

A maioria continua a ser um simples vendedor, mas no currículo...

 

Não é que isso seja errado pessoal, isso é apenas um fenômeno social "engraçado" de se estudar. Quem tiver acesso a uma biblioteca universitária, visite as seções de marketing. Garanto que vocês poderão se surpreender! Ou então peçam a tio Google mesmo!

 

Ps.: Falta me responderem o que coloquei no final do post#27.

 

Ah, pessoal, visitem esse post AQUI quanto tiverem um tempinho, beleza?! O tema também é muito bom!

 

Valeu!

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Não sei se foi o que você quis dizer, mas na área de web os nomes não são apenas nomes, pelo menos não é o que eu observo. Existem sim aqueles que se definem como sendo algo apenas por achar que o nome lhes dá impressão de superioridade. No entanto, a multidiciplinaridade (existe esta palavra?) da nossa área forma diversos profissionais com nomes de especialidades diferentes e funções realmente diferentes. Temos designers gráficos, designers de interação, designers de interface, arquitetos de informação, todos profissionais diferentes e com especialidades importantes, que não mereceriam ser chamados simplesmente de webdesigners ou webmasters.

 

Sobre sua questão da validação, é a velha história: "Os sites precisam validar no W3C, mas hoje ainda não é possível fazer tudo válido". E isto é verdade. Existem browsers ruins (não preciso citar nomes), que nos obrigam a errar propositalmente a sintaxe de nossos códigos (lembrando que o validador do w3c nada mais é que um verificador de sintaxe), para que tudo funcione e apareça legal pra todo mundo.

 

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Vixxe que enjoo (nova ortografia - sem acento). Tô ficando viciado nesse tópico! http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/yay.gif/>

 

1º Perfeitamente - multidisciplinaridade existe e é (deveria ser) a principal maneira de pensar e agir dos professores licenciados, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs

 

2º Quanto ao que disse, sobre as variáveis das profissões, é o que na licenciatura se chama Superespecialização - que havia comentado no post anterior. Ou seja, quanto mais concorrido o mercado ficar, mais profissões começam a surgir (ou serem re-nomeadas) sob forma de ascensão popular.

 

3º Quanto ao validator W3C, era isso mesmo que queria "ouvir" para elucidar minhas prerrogativas - mas não vou comentar a respeito, senão vão descer o cacete em mim http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/grin.gif/>

 

Ah, mas faltou você comentar sobre o outro LINK sobre o validador, #inside#. Não entendi se foi intencional ou não o bloqueio do mxmasters ao validator W3C.

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Só uma observação em relação aos nomes das nossas profissões: no Brasil, os profissionais que atuam com desenvolvimento de sites ou qualquer coisa parecida (digo assim porque hoje já não temos mais apenas sites, mas sim softwares, encontramos uma mistura dos dois, enfim, tá tudo na web! :P/> ), ainda não temos um nome atribuído à nossa profissão!

 

Quem trabalha com desenvolvimento de sites e fez a declaração do Imposto de Renda, qual foi a profissão que vocês "escolheram"? Além disso, eu sou um webmaster do ponto de vista "histórico": o cara que faz desde a criação do layout até a modelagem do banco de dados, isso passando pela criação das páginas HTML/PHP, criação do CSS do site, sem contar atividades co-relatas como criação de ícones para os softwares que a empresa que trabalho desenvolve, criação dos documentos padrões utilizados pela empresa, e etc. Mas sou registrado como Analista de Sistemas! Simples assim!

 

Enfim, o que quis dizer com tudo isso é que os nomes estão sendo utilizados de maneira descontrolada... Eu particularmente gosto de "me chamar" de desenvolvedor web... Não encontro mais uma nomenclatura que substitua o "antigo" webmaster... É uma forma bem genérica inclusive, mas foi a melhor maneira que encontrei. Entretanto vale lembrar que minhas qualidades como profissional não são referenciadas pelo nome em que me identifico junto aos clientes. Tanto é que eu normalmente tenho que dar uma explicação logo depois de anunciar o que eu faço: desenvolvo sites de internet. Poderia aproveitar a onda das palavras estrangeiras e dizer Web Developer... Olha aí mais um nome!

 

Nomes e nomes... Cada um pode querer ser chamado da maneira que desejar, mas enquanto as diretrizes envolvendo nossa profissão não forem definidas por aqui, vai continuar valendo a seriedade e dedicação de cada um... Você com certza não ganhará novos clientes simplesmente porque se identifica como Web Designer, ou Webmaster, ou Desenvolvedor Web, ou Web Developer, ou seja lá o que for, mas sim pelo que você FAZ! E como o cliente irá saber o que você faz se ele está procurando alguém para contratar? Portfolio! Nada mais do que resultados obtidos em projetos anteriores...

 

http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/thumbsup.gif/>

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Então no fim de tudo o que mais importa ñ é o nome que agente usa para a nossa profissão mas sim a nossa competencia e seriedade.

 

Acho que vou começar logo a criar meu portifolio ;)/>

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Bom, parece que a discussão mudou de foco...

 

Só me referindo a tópicos anteriores, nessa área é um tanto dificil fazer analogias (eu mesmo fiz uma no meu último post). A verdade é que quando se trata de Web, não existe nada similar. É algo sem precedentes na história.

 

Na verdade, a Web é anárquica (no bom sentido da palavra), não existe alguem que a governe, os internautas são livres (pelo menos a princípio, esquecendo de países onde o governo proíbe o acesso), mas podemos considerar que a partir do momento em que a pessoa tem acesso à rede, ela é livre, pode fazer o que quiser (arcando com as consequências depois [é horrível essa nova gramática, adorava o trema]).

 

É por isso que fica difícil fazer um registro de profissionais de Web. Mesmo que fosse feito um registro (como o CREA, CRM ---> CRW), o profissional tendo que passar por avaliações antes de receber seu "certificado", etc, etc, etc, o que impediria o famoso sobrinho de criar um site com seu DW crackeado???

 

Enquanto as pessoas se continuarem solicitando tal coisa a esses "profissionais" isso continuará.

 

Infelizmente é assim.

 

Quanto à nomenclatura da profissão... putz... prefiro nem comentar. Cada um acha uma coisa...

Como eu falei, a internet é quase uma anarquia, não há governo, não há ordem...

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Enquanto as pessoas se continuarem solicitando tal coisa a esses "profissionais" isso continuará.

Pois é, anteontem recebi mais um cliente (ainda bem =]) querendo fazer site, que se encaixa naqueles que falei num post anterior: o cara já tem site, mas o site foi tão mal-feito (por um "sobrinho") que ele vai ter que investir mais (moral da história, desperdiçou o valor do primeiro site, por mais baixo que possa ser) para ter um site de qualidade.

 

Por isso é que eu ainda não me preocupo com estes "profissionais", afinal eles podem até "atrazar" os nossos clientes, mas não "roubam" eles de nós.

 

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Ah, mas faltou você comentar sobre o outro LINK sobre o validador, #inside#. Não entendi se foi intencional ou não o bloqueio do mxmasters ao validator W3C.

Seguinte, ao que me parece eles declararam o charset em utf8:

<meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; charset=UTF-8" />
Porém na linha mencionada pelo validador tem alguns caracteres que não são reconhecidas como UTF-8 e isso causou a não validação por parte do validador, normal isso.

Para enteder melhor o que é isso, ao escrever sem declarar que a página usa os caracteres UTF-8 você é obrigado a escrever assim: Imagem Postada e quando você declara o UTF-8 fica: café

As duas formas no navegador mostrará a palavra café, porém no html é diferente...

Entendeu?

 

Ps.: Coloquei uma imagem pois até no post pois o sistema converte para a palavra café, srsrsr

 

Voltando ao assunto:

 

Concordo com vocês em quase tudo, e o conteúdo desse tópico irá ser ou já é de grande importância...

 

O lance que não podemos esquecer, é que nem sempre um site que não é validado, não é um site tableless, ao contrário, a expressão tableless é uma forma usada para dizer que o site não utiliza tabelas.

A criação de um site web standards que segue os padrões é um lance bem mais complicado, e que requer estudos para uma melhora cada vez maior da acessibilidade da internet.

O Imasters tem erros? Tem, porém é um site que não utiliza tabelas. http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/thumbsup.gif/>

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porém é um site que não utiliza tabelas

Cuidado com esta afirmação. Não utilliza tabelas PARA FORMATAÇÃO VISUAL. Utilizar tabelas é perfeitamente válido, quando estas são usadas para dados tabulares.

 

ao escrever sem declarar que a página usa os caracteres UTF-8 você é obrigado a escrever assim: e quando você declara o UTF-8 fica: café

Errado. Numa página declarada como UTF-8 você não é obrigado a transformar todos os acentos em entities, basta salvar a página como UTF-8.

 

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Cuidado com esta afirmação. Não utilliza tabelas PARA FORMATAÇÃO VISUAL. Utilizar tabelas é perfeitamente válido, quando estas são usadas para dados tabulares.

Não comentei que a tabela é para dado tabulares, pois já haviam comentado isso em outros posts... http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/thumbsup.gif/>

 

Errado. Numa página declarada como UTF-8 você não é obrigado a transformar todos os acentos em entities, basta salvar a página como UTF-8

O que eu disse não é errado, pois quando você salva dessa forma que você comentou, provavelmente, ele deve adcionar a tag que comentei....

Se não adiciona, me ensina pois é bom saber outras formas... ^_^/>

 

Abraços!

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Valeu pela resposta, Fernando http://forum.imasters.com.br/public/style_emoticons/default/thumbsup.gif/> - Definitivamente, são os detalhes que "separam" os profissionais!

#Inside#, perfeita a sua colocação: "eles podem até "atrazar" os nossos clientes, mas não "roubam" - Era isso que afirmava desde o começo deste tópico, mas de outro modo.

 

Repito parte do que disse no post #15:

 

4. Como consequência dos preços baixos, pessoas e micro empresas começam a divulgar seus serviços e produtos por meio dessa vitrine virtual e, caso a empresa evolua financeiramente, requisita os serviços de pessoas mais preparadas para trabalhar com a web (webmasters);

5. Como a maioria das empresas do Brasil são de micro e pequeno porte, os "low-designers" acabam "entupindo" a web com websites esdrúxulos, que causam um maior consumo de bandwidth nos servidores e etc;

 

E no post#1:

 

...não quero ser "polêmico", mas creio que o sistema de programar em tabelas só deixará de existir quando programas do tipo WYSIWYG se auto configurarem nos padrões Tableless, pois sempre existirá "designers autodidatas" (como eu) criando websites e tendo que "se virar" para programar do jeito que o cliente quer.

 

Pode ser "intolerável" para alguns aceitar isso, mas é fato que dificilmente a web estará "semânticamente" correta. Aliás, tem mais essa: se já não bastasse ser difícil programar sem tabelas para controlar os conteúdos, ainda existem pessoas (blogs) que reclamam dos profissionais que não melhoram a "semântica" dos seus websites! Putz Se já não bastasse os "profissionais" reclamarem dos "não-profissionais", ainda tem os "profissionais" que reclamam de outros "profissionais". Situação insolúvel.

 

Para mim, quem vai "derrubar as tabelas" são as ferramentas gratúitas de CMS. Estas sim estão literalmente transformando a internet.

Não recomendo, mas desisiti de estudar a fundo as linguagens de programação, pois, na minha (humilde e ignorante) percepção, basta aprender o básico de HTML+CSS+PHP+ASP e "meter a cara" no desenvolvimento de layouts para essas ferramentas CMS - especificamente Joomla!, WordPress e Blogger.

 

Bem pessoal... é isso.

Para mim e para outros, não é "errado" programar em tabelas, mas inadequado para determinados fins.

Para mim, utilizar tabelas (para layout) é uma solução para determinados objetivos.

Para mim, dizer "tabelas? Nunca!" é bobagem.

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