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Pablo RD

A Última Palavra é a Que Vale!

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decisões difícieis ...

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seres humanos, humanos, pessoas ou homens são membros da espécie de primata bípede Homo sapiens, pertencente ao género Homo, família Hominidae (taxonomicamente Homo sapiens - latim: "homem sábio").[1][2] Os membros dessa espécie têm um cérebro altamente desenvolvido, com inúmeras capacidades como o raciocínio abstrato, a linguagem, a introspecção e a resolução de problemas. Esta capacidade mental, associada a um corpo ereto possibilitaram o uso dos braços para manipular objetos, fator que permitiu aos humanos a criação e a utilização de ferramentas para alterar o ambiente a sua volta mais do que qualquer outra espécie de ser vivo.

 

Evidências de DNA mitocondrial indicam que o homem moderno teve origem na África oriental há cerca de 200.000 anos. Atualmente os seres humanos estão distribuídos em toda a Terra, principalmente nos continentes e ilhas do planeta. No entanto, outros grupos de indivíduos estão voando em veículos particulares na atmosfera, outros viajando ao longo dos oceanos e até mesmo um pequeno número de indivíduos que vivem na órbita terrestre baixa. A população humana na Terra, em fevereiro de 2009, era superior a 6,7 bilhões de indivíduos.[3] Desde o surgimento da civilização, os humanos são uma forma dominante de vida biológica, em termos de distribuição espacial e efeitos sobre a biosfera do planeta.

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Planeta, como definido pela União Astronômica Internacional (UAI), é um corpo celeste orbitando uma estrela ou restos estelares que tem massa suficiente para haver rotação em torno de si (através da gravidade) e, não tem massa suficiente para causar fusão termonuclear, tendo, ainda, limpado a vizinhança de sua órbita .

 

Na última década foram já descobertos mais de 200 planetas extra-solares, provando que a ocorrência destes corpos é universal.

 

A palavra "planeta" vem do grego πλανήτης — "planētēs", "plan", que significa "aquele que vagueia", visto que os astrônomos antigos observavam como certas luzes se moviam através do céu em desacordo com as estrelas. Eles acreditavam que esses objetos juntamente com o Sol e a Lua orbitavam a Terra considerada estacionária no centro.

 

O número original de planetas era sete: Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter, e Saturno, em órbitas determinadas segundo o sistema definido por Ptolomeu.

 

Posteriormente, com a adoção do heliocentrismo, a Terra passou a ser considerado planeta enquanto o Sol e a Lua perderam esse status. Com a invenção do telescópio permitiu-se a descoberta de Urano (1781), Neptuno (1846) e Plutão (1930). Plutão entretanto, a partir da resolução de 24 de agosto de 2006 da União Astronômica Internacional, deixou de ser considerado um planeta, passando ao status de planeta anão.

 

A definição adotada preenche um vazio que existia neste campo científico desde os tempos do astrônomo polonês Nicolau Copérnico (1473-1543). A nova definição estabelece três grupos de corpos celestes. O primeiro inclui os oito planetas "clássicos": Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno. O segundo grupo inclui Ceres, Plutão e Éris, são os planetas anões e o terceiro grupo é formado por pequenos corpos do sistema solar, tais como asteróides e cometas.

 

Controvérsias

 

Até o ano de 2006, considerava-se Plutão o nono planeta do sistema solar. A controvérsia foi iniciada pela descoberta de Éris, corpo celeste que se situa além da órbita de Neptuno e tem dimensões superiores às de Plutão.

 

Plutão, descoberto em 1930 pelo cientista norte-americano Clyde Tombaugh (1906-1997), foi objeto de polêmica há décadas, principalmente por causa do seu tamanho, cujas estimativas foram reduzidas ano após ano e cujo valor atual foi estabelecido em 2.300 quilômetros de diâmetro.

 

Assim, Plutão é muito menor que a Terra (12.750 quilômetros) e até mesmo menor que a Lua (3.480 quilômetros) e Éris (3.000 quilômetros), que no entanto está muito mais longe do Sol.

 

Outro argumento contra Plutão é a forma pouco ortodoxa de sua órbita, cuja inclinação não é paralela à da Terra e a dos outros sete planetas do Sistema Solar.

 

Desta forma, a União Astronômica Internacional criou uma categoria de um corpo celeste chamada de planeta anão, dentro da qual estão incluídos Plutão, Éris e também o asteróide Ceres, situado entre as órbitas de Marte e Júpiter.

 

Não se sabe ao certo como os planetas são formados. A teoria mais aceita é que eles são formados das sobras de uma nebulosa que não se condensam sob ação da gravidade para formar uma protoestrela. Em vez disso, essas sobras se tornam um fino disco protoplanetário de pó e gás que gira em volta de protoestrela e começa se condensar sobre concentrações locais de massa dentro de discos conhecidos como planetesimais. Essas concentrações ficam cada vez mais densas até que eles colapsam pela gravidade para formar-se protoplanetas. Depois que um planeta consegue um diâmetro maior do que uma lua terrestre, ele começa a acumular uma atmosfera extensa. Isto amplia a razão de captura do planetesimal por um fator de dez.

 

Os impactos enérgicos planetesimais menores aquecerão o planeta crescente, causando-o, pelo menos, uma fusão parcial. O interior do planeta começa a diferenciar-se pela massa, desenvolvendo um núcleo denso. Os menores planetas terrestres perdem a maior parte das suas atmosferas devido a este aumento, mas os gases perdidos podem ser substituídos por gases originários do manto interior e do impacto de cometas subseqüente. (Observe que os planetas menores perderão qualquer atmosfera que eventualmente ganhem por vários mecanismos de escape.)

 

Com a descoberta e a observação de sistemas planetários em volta de estrelas outras além do nosso próprio, tem permitido elaborar, revisar ou mesmo substituir estas contas. Acredita-se agora que o nível de características metálicas determina a probabilidade que uma estrela tem de possuir planetas. Portanto, acredita-se que é menos provável que um pouco metálico, estrela população II tenha um sistema planetário substancial do que um muito metálico estrela população II.

 

Os astrônomos distinguem planeta, planeta anão e pequenos corpos de sistema solares.

 

Os planetas dentro do nosso sistema solar podem ser divididos em categorias segundo sua composição.

 

* Planetas telúricos (ou planetas sólidos): Planetas que são similares a Terra — com corpos largos compostos de rocha: Mercúrio, Vênus, Terra e Marte.

* Planetas gasosos (ou planetas jovianos): Planetas com uma composição largamente composta por materiais gasosos: Júpiter, Saturno, Urano, Neptuno.

* Planetas unrânicos (ou gigante de gelo): são uma subclasse dos planetas gasosos, distinguidos dos verdadeiros jovianos por sua deflexão no hidrogênio e hélio e uma composição significante de rochas e gelo.

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gelo é o estado sólido da água, seu aspecto é vítreo, semitransparente. A sua densidade é inferior à da água ficando em 0,92 g/cm³ , o seu ponto de fusão é de 0°C a uma atmosfera de pressão. A mesma massa de água em estado líquido ou em estado sólido têm volumes diferentes, pois ao passar de um estado para o outro o volume aumenta cerca de 9%: ao contrário de todos os outros sólidos, o gelo, no seu ponto de fusão, apresenta-se mais dilatado do que a sua forma líquida até atingir os 4°C. O gelo é empregado em fins terapêuticos e na conservação de alimentos, entre outros usos e seu ponto de formação é usado como valor de referencia em termodinâmica.

 

off: Fernando, sabe brincar não?? kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Termodinâmica (do grego θερμη, therme, significa "calor e δυναμις, dynamis, significa "potência") é o ramo da Física que estuda os efeitos da mudança em temperatura, pressão e volume em sistemas físicos na escala macroscópica. A grosso modo, calor significa "energia" em trânsito, e dinâmica se relaciona com "movimento". Por isso, em essência, a Termodinâmica estuda o movimento da energia e como a energia cria movimento. Historicamente, a Termodinâmica se desenvolveu pela necessidade de aumentar a eficiência das primeiras máquinas a vapor.

 

É bastante conhecido o fato de que qualquer porção de matéria ou determinada substância é constituída de partículas denominadas moléculas. As propriedades deste sistema de partículas são determinadas por suas propriedades termodinâmicas.

 

A partir de uma visão macroscópica para o estudo do sistema, que não requer o conhecimento do comportamento individual destas partículas, desenvolveu-se a chamada termodinâmica clássica. Ela permite abordar de uma maneira fácil e direta a solução de nossos problemas. Uma abordagem mais elaborada, baseada no comportamento médio de grandes grupos de partículas, é chamada de termodinâmica estatística.

 

O ponto inicial para a maioria das considerações termodinâmicas são as Leis da Termodinâmica, que postulam que a energia pode ser transferida de um sistema físico para outro como calor ou trabalho. Elas também postulam a existência de uma quantidade chamada entropia, que pode ser definida para qualquer sistema.

 

Em Termodinâmica, interações entre grandes conjuntos de objetos são estudadas e categorizadas. Para este estudo, os conceitos de sistema e vizinhanças são centrais. Um sistema é composto de partículas cujo movimento médio define suas propriedades, relacionadas através das equações de estado. Propriedades podem ser combinadas para expressar energia interna e potenciais termodinâmicos, que são úteis para determinadas condições de processos de equilíbrio e espontâneos.

 

Com estas ferramentas, a termodinâmica descreve como os sistemas respondem a mudanças em suas vizinhanças. Isso pode ser aplicado para uma ampla variedade de tópicos em ciência e tecnologia, como por exemplo máquinas, transições de fases, reações químicas, fenômenos de transporte e até buracos negros. Os resultados da termodinâmica são essenciais para outros campos da física e da química, engenharia química, engenharia aeroespacial, engenharia mecânica, biologia celular, engenharia biomédica, ciências dos materiais e economia, para citar alguns.

 

De acordo com o princípio da Conservação da Energia, a energia não pode ser criada nem destruída, mas somente transformada de uma espécie em outra. O primeiro princípio da Termodinâmica estabelece uma equivalência entre o trabalho e o calor trocados entre um sistema e seu meio exterior.

 

Consideremos um sistema recebendo uma certa quantidade de calor Q. Parte desse calor foi utilizado para realizar um trabalho W e o restante provocou um aumento na sua energia interna U.

 

A expressão

 

* Q = ∆U + W

 

Representa analiticamente o primeiro princípio da termodinâmica cujo enunciado pode ser:

 

A variação da energia interna de um sistema é igual à diferença entre o calor e o trabalho trocados pelo sistema com o meio exterior. Ela também pode ser representada pela fórmula U = 3/2 .n.R.(Tf - Ti), onde n é o número de mols do gás, R é a constante dos gases, Tf a temperatura final e Ti a temperatura inicial do gás.

 

Para a aplicação do primeiro princípio de Termodinâmica devem-se respeitar as seguintes convenções:

 

* Q > 0: calor recebido pelo sistema.

* Q < 0: calor cedido pelo sistema.

* W > 0: volume do sistema aumenta; o sistema realiza trabalho.

* W < 0: volume do sistema diminui; o sistema recebe trabalho.

* U > 0: temperatura do sistema aumenta.

* U < 0: temperatura do sistema diminui.

 

Uma forma fácil de saber o sinal sem ter que decorar essa tabela é usar as fórmulas. Por exemplo, na fórmula do trabalho W = p.(V2 - V1), se V2 > V1, o sinal do trabalho será positivo. Logo, quando o gás realiza trabalho sobre o meio (expansão), o sinal é positivo (volume aumenta). Podemos dizer que a energia interna do sistema é uma função de estado pois ela depende unicamente da temperatura do sistema. Se não há variação de temperatura a variação da energia interna é nula.

 

T2 - T1 = 0 => U2 - U1 = 0

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Herói do trabalho na montanha agreste,

Que se fez ao mar em vagas procelosas:

Os louros da vitória, em tuas mãos calosas

Foram a herança que a teus filhos deste.

 

Por esse Mundo além

Madeira teu nome continua

Em teus filhos saudosos

Que além fronteiras

De ti se mostram orgulhosos.

 

Por esse Mundo além,

Madeira, honraremos tua História

Na senda do trabalho

Nós lutaremos

Alcançaremos

Teu bem-estar e glória.

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vizinha há mais de cinco anos que a desejava ardentemente. Tinha trinta e cinco anos, um marido a quem parecia amar, um corpo durinho de adolescente, um eterno sorriso meigo no semblante e dois filhos cujos nascimentos, em vez de torná-la menos jovial, fizeram-na parecer mais deliciosa. Como um fruto saboroso que, quando amadurece, perde todo o travo característico da prematuração e se torna doce como o próprio mel. Os cabelos eram naturalmente aloirados, lisos e ela os trazia quase sempre enrodilhados e presos rente à nuca, configurando um pequenino e charmoso coque. Costumava se vestir com roupas bem talhadas, finas e semitransparentes, que se amoldavam com elegância deixando bem evidentes os contornos do seu corpo de sereia. Usava vestidos de decotes generosos, que deixavam entrever a base dos seios, permitindo se presumir como seriam quando nus. Os tecidos das roupas eram sedosos, finos, delicados e se ajustavam como luvas sobre aquele corpo escultural, salientando cada curva, cada reentrância, cada detalhe sensual. Pelas pernas se podia adivinhar como seriam as coxas, as nádegas e as ancas. Eram grossas, brancas e não precisavam ser tocadas para se lhes adivinhar a maciez.

 

off: mas se fosse continuar com hero, teria que passar tudo para inglês. Você leu o zero em inglês por conta própria.

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